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23 de julho

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Século XIX

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Século XX

1900 – 1949

1911

1923

  • Instalação da Nona Legislatura da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina com a presença do deputado Marcos Konder compondo a mesa no cargo de segundo secretário.
  • Nasce João Amaral Pereira.

1925

  • Início dos trabalhos do Conselho Representativo do Estado. Marcos Konder é escolhido líder da bancada governista. Líder da maioria.

1943

  • Anunciado o encerramento das atividades do time de futebol da Cobrazil, campeão municipal de 1942.

1947

  • Nova constituição estadual fixa em treze o número de vereadores do Município de Itajaí. Os deputados Antônio Carlos Konder Reis e Heitor Pereira Liberato subscrevem também a nova constituição do Estado de Santa Catarina.
  • Volta a circular, pela terceira vez, após 10 anos de interrupção, o jornal semanário “Itajaí”, sob direção de Dagoberto Alves Nogueira e Raul Heusi da Silva. O primeiro número foi em comemoração à promulgação da Carta Constitucional do Estado. A proposta é defender as ideias da UDN.

1950 – 1969

1951

1953

  • Posse da nova diretoria da Liga Itajaiense de Desportos. Presidente: Arnou Teixeira de Melo. Diretores: Fermino Conrado Demaschi, Luiz Carlos Reis, Rodolfo Borba.

1955

  • Falece o comerciante Agostinho Hermes Pereira.

1964

  • Através de programa radiofônico mantido na Rádio Difusora Itajaí a diretoria da UESI inicia campanha de mobilização popular visando implantação do ensino superior na cidade de Itajaí.

1970 – 1979

1976

1980 – 1989

1980

1982

  • Elias Adaime toma posse no cargo de presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Administração e Locação de Imóveis de Santa Catarina.

1984

  • O Estaleiro Ebrasa elege Arnaldo Plácido dos Santos coo seu Operário-Padrão 1984.
  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior assina o Decreto nº 3139, que aprova o regulamento dos cemitérios seculares criados e explorados por associações religiosas – ver Regulamento dos cemitérios seculares de 1984. Quatro considerandos armam o raciocínio: o Cemitério Público Municipal está “em vias de completar sua lotação, gerando, assim, grave problema de ordem pública e social”; há “a inexistência de condições imediatas, ou mesmo mediatas, para que a municipalidade proceda à ampliação ou criação de um novo cemitério público”; os cemitérios erguidos por associações religiosas, “além de serem legalmente permitidos, são atos de interesse público”; e “não terá o município qualquer participação financeira em tais empreendimentos, cabendo-lhe tão somente a regulamentação e fiscalização dos projetos”. A Prefeitura declara em documento a falta de vaga e de dinheiro, transfere a solução a particulares e fica só com a norma e a fiscalização. O decreto fala de “o Cemitério Público Municipal” no singular e não diz qual: o Município mantinha o da Fazenda, o maior, e o de Espinheiros.

1987

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior assina o Decreto nº 3646, que declara de utilidade pública faixa de terras de Maria Miglioli “com área de 56.125m²” \[sic\], “necessária ao alargamento de parte do Beco denominado Ricardo Kenecke, travessa da Rua Brusque“. A grandeza é incompatível com o objeto: 56.125 m² são mais de cinco hectares e meio, área maior que a do pátio ferroviário da zona central que o Município comprava naquele mesmo ano – 52.810,35 m² – e que nenhum beco de travessa comporta. Tudo indica vírgula deslocada e leitura de 56,125 m², medida da ordem das faixas de alargamento que o acervo registra na década, entre poucas dezenas e algumas centenas de metros quadrados. Nenhum outro documento arbitra, e o número fica como está no original. Ver obras e desapropriações de 1987.
  • O Beco denominado Ricardo Kenecke, desapropriado pelo Decreto nº 3646, não tem outro registro no acervo: nem o nome nem a travessa aparecem em qualquer outra peça: não constam dos Nomes antigos de ruas nem de lei de denominação, e o Município o desapropria sem nunca o ter batizado. A Rua Brusque é, no entanto, a via que mais becos deu à toponímia itajaiense – o Beco Modesto Vieira virou Rua Ulysses Machado Dutra pela Lei nº 834, de 1967; o Beco Germano Damiani virou Modesto Fernandes Vieira pela Lei nº 871; o Beco Damiano Dagnoni virou Rua Manoel Bruno Vieira pela Lei nº 826, de 12 de dezembro de 1967; e o Beco do BAA virou Servidão Pública Rosa Marcelina Silva pela Lei nº 2093, de 1984 (ver Nomes antigos de ruas e Código dos Logradouros de Itajaí). Este é o quinto beco da mesma rua a entrar na documentação municipal, e o único que entra por desapropriação, e não por batismo.

1990 – 1999

1990

1996

Século XXI

2000 – 2009

2007

2010 – 2019

2014

  • O Decreto nº 10318 ratifica a aprovação da outorga onerosa do direito de construir, o solo criado, para quatro empreendimentos: Biarritz Residence, Cosmopolitan Tower, Breeze Style e Le Havre Residence. Saiba mais em Zoneamento e uso do solo de 1989.

2015

  • A Lei nº 6675 autoriza doar ao SEST e ao SENAT um terreno de 17.789,90 m² na Itaipava, com a obrigação de construir unidades operacionais e atender o público em assistência médica e odontológica, sob pena de reversão. Saiba mais em Patrimônio fundiário do Município.

2019

2020 – 2029

2025

2026

  • Instalação do Consulado Honorário da Noruega na Região Sul do Brasil, com sede em Itajaí.
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