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Antonio Carlos de Campos Silva

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Nasce em Itajaí a 14 de junho de 1941. Líder estudantil secundarista chegando a exercer o cargo de presidente da UESI – União dos Estudantes Secundaristas de Itajaí. No jornalismo tem seu nome diretamente vinculado à história do semanário ‘Jornal do Povo’, onde inicia como redator no ano de 1964, chegando ao cargo de diretor-proprietário na década de 1980, assinando a coluna de capa ‘Tópicos que valem JP’ \[1970-1990\]. Redator do jornal ‘O Liberal’ \[1967\]. Diretor-executivo da RCE-TV Vale do Itajaí \[1995\]. Funda o jornal semanal ‘O Tempo’ (1999). Seguindo a linha de sua coluna original no Jornal do Povo também assina as colunas: ‘Tópicos’ no SC Jornal \[1993-94\], ‘Tópicos’ no jornal Diário da Cidade \[1995-1996\]. ‘Tópicos que valem F.P’ no jornal Folha do Povo \[1999\],  ‘Tópicos que valem O Tempo’ no jornal O Tempo \[1999-2000\]. Colabora no jornal ‘Notícia Escolar’ \[1983\], Diário Catarinense, Diário do Litoral. Professor universitário vinculado ao curso de Direito da Fepevi/Univali.  Tem texto publicado no livro “Itajaí – Imagens e Memória” \[1995\]. Secretário da Indústria, Comércio e Turismo do Governo Bellini \[1999\]. Funcionário de carreira, aposentado, do Banco do Brasil – departamento jurídico. Falece em Balneário Camboriú a 09 de novembro de 2024.

Segundo o levantamento de Magru Floriano em Nossa gente (2026), formou-se em Direito pela UFSC e ingressou como advogado do Banco do Brasil, onde atuou por mais de trinta anos. Adquiriu o Jornal do Povo de Abdon Fóes na década de 1970 e manteve, junto ao jornal – então com sede na Rua Onze de Junho –, gráfica que atendia à clientela da cidade e da região. Em meados da década de 1990 vendeu o Jornal do Povo ao jornalista Dalmo Vieira. Ao fundar O Tempo, em 1999, com sede na Rua Camboriú, trabalhou ao lado do filho Márcio Ferreira de Mello e Silva, falecido a 13 de julho de 2000; manteve o jornal também como homenagem a ele, e a publicação circulou por mais de quatorze anos em Itajaí e região. Deixou a filha Adriana e a neta Beatriz. Foi sepultado no Cemitério da Fazenda.

FONTES:

1 – FLORIANO, Magru. História da Imprensa de Itajaí. Itajaí: Brisa Utopica, 2021. Disponível em:

https://magru.com.br/web/wp-content/uploads/2021/05/Magru-Floriano-Hist%C3%B3ria-da-imprensa-vol-I-tomo-I.pdf

2 – Nota de falecimento veiculada pela JBTV em 09 de novembro de 2024.

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