Rosendo Claudino de Freitas
Pedreiro e empresário, responsável pela reforma a igreja central de Penha [1920]. Fixou residência na localidade de Perequê, em Porto Belo, exendo as atividades de supervisor estadual de estradas. Foi atropelado por um ciclista a noite e faleceu aos 77 anos de idade.
Os jornais de Itajaí fizeram propaganda de um novo método que ele inventou para a pintura [caição] das casas resistir mais às chuvas, em 1903.
Empresta seu nome a rua no bairro São Judas.
Segundo o levantamento de Magru Floriano em Nossa gente (2026), que recolhe relato de família prestado por Luiz Freitas ao grupo Itajaí de Antigamente, teve com Donária Fortunato de Freitas dez filhos, cinco deles homens e um adotivo. Sua carteira profissional registrava a profissão de industriário, embora fosse conhecido na construção civil como pedreiro de acabamento artesanal. Construiu a própria casa para se casar, à Rua Rio Pequeno – hoje Rua José Pereira Liberato, na altura do número 380 -, por volta do início do século XX. Nos anos 1950 alugou essa residência e mudou-se para o Perequê, em Porto Belo, onde trabalhou como feitor e supervisor de estradas do Estado, acompanhando os trechos de Porto Belo a Tijucas e até Camboriú, vindo a se aposentar. Sua morte foi tida por trágica e cercada de mistério: o atropelamento causou hemorragia numa hérnia abdominal crônica já exposta, e o ciclista evadiu-se no escuro sem prestar socorro, sem que o autor jamais fosse identificado; houve suspeita de motivação política.
Nascimento
04 de fevereiro de 1880
Itajaí/SC
Filiação
Carolina Rosa de Freitas
Manoel Claudino de Freitas
Cônjuge
Donária Fortunato de Freitas [1905]
Morte
28 de janeiro de 1958
Itajaí/SC
Divergências nas fontes
O acervo registra que ele foi o responsável pela reforma da igreja central de Penha [1920]; no relato de família recolhido por Magru Floriano, também encontrados registros de que teria construído a igreja, depois reconstituída em desenho mais moderno.