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23 de janeiro

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Século XIX

1832

1896

  • O Bispo de Curitiba autoriza a construção de capela “sob invocação de Nossa Senhora dos Navegantes, de São Sebastião e Santo Amaro” no “lado esquerdo do Rio Grande de Itajaí”.

Século XX

1900 – 1949

1905

1912

  • Assinado o edital do governo do Estado para construção da estrada Itajahy – Luiz Alves.

1915

  • O “Turnvereinza Itajahy” promove espetáculo de ginástica com visitantes de Blumenau e Brusque.

1927

1928

  • Falece, em Montevideo, o capitão de corveta Alfredo Bernardino Dutra, aos 70 anos de idade.
  • Nasce no distrito de Luiz Alves Hilario Michelluzzi. É ordenado padre salesiano a 08 de dezembro de 1957. Missa solene de ordenação em Luiz Alves no dia 22 de dezembro de 1957.

1938

  • O Bloco dos XX promove pic-nic na “Praia de Camboriú”.

1944

  • Anunciada a nova diretoria da Sociedade Recreativa União Tecita. Presidente: Antero Chaves. Diretores: Henrique Chaves, Arnoldo Pereira, Osorio Viana, Dorvalino Souza, Wilson Pereira, Rosalves Pereira

1950 – 1969

1955

  • Anunciada a transferência da direção da Estrada de Ferro Santa Catarina de Blumenau para Itajaí.
  • Artur Russi, oficial da Marinha Mercante e ex-presidente da Federação dos Marítimos, residente no Rio de Janeiro, vem a Itajaí para inaugurar a Rua José Russi onde fez construir inúmeras residências de madeira.
  • Instalado em Itajaí o Serviço de Água (governo estadual) na Rua Felipe Schmitt com Guarani. Diretores: João Bastos Júnior e Laudelino Novaes Filho. Depois de instalada a rede o serviço passa da responsabilidade da Prefeitura para o governo do Estado.

1961

  • Inauguração da Escola Profissional Sinhá Konder, localizada na Praça do Mercado, sob direção de Ondina de Noronha Nascimento.

1970 – 1979

1973

  • Num só dia o prefeito Júlio César sanciona sete leis batizando as ruas de bairros inteiros – Cordeiros, Distrito Industrial do Imaruí, São João, São Vicente, Matadouro, Fazenda e Barra do Rio. É a colheita da Comissão Especial de Vereadores criada pela Resolução nº 86, de 11 de abril de 1972, encarregada de dar nome a “todas as ruas da cidade, não oficializadas”. Todas foram revogadas e consolidadas pela Lei Complementar nº 390, de 2022.
  • Lei nº 1215 denomina as ruas da Barra do Rio: a Rua David Adão Schmidt, da Rua Aleixo Maba até o rio, com as travessas Júlio Wippel, Vitor Ribeiro da Luz e Marcos Castellain à esquerda e Penha e Bubi Kobarg à direita; e as nove travessas “de rio a rio” – Paulo Fuck, João Bento, Nicolau Burgardt, Paulo Malburg, Antônio Couto, Lisberto João Potter, João Martins, Manoel G. Miranda e João Santana.
  • O prefeito Júlio César assina a Lei nº 1209/1973 denominando as ruas do Bairro de Cordeiros: Rodolfo Bosco, Souza Cruz, João Magalhães, Emanuel Pereira, Adolfo José de Assis, Santo Agostinho, Galdino de Borba, Antonio de Souza, Nossa Senhora de Fátima, Romualdo Sedrez, Gustavo Bernedet, Fioravante Russi, Eredes Serpa, José Rosa, José Lopes, Mário Bento dos Passos, Luiz José Medeiros, Luiz Leôncio Buchele, Cesar Stamm, Abílio Corrêa Mello, Henrique Bianchini, Américo Meinicke, Agostinho Alves Ramos, Aurea Souza, Eduardo Pessoa Lins, Osvaldo Cruz, Fernando Vieira, José Luciano Pereira, Aníbal Pereira, Travessa Antonio Zaguini, Henrique Borba Santos, Felício Henrique dos Santos, Francisco Olegário dos Santos, Sebastião Romeu Soares, Euripedes Amorim Leal. A lei numera as ruas a contar da Ponte Marcos Konder, à esquerda e à direita da Reinaldo Schmithausen, quase todas terminando na retificação do Rio Itajaí-Mirim ou no Ribeirão da Murta; a Rua Agostinho Alves Ramos é a que margeia o rio retificado, do Núcleo Costa Cavalcanti à Rua Pedro Camilo Vicente.
  • O prefeito Júlio César assina a Lei nº 1210/1973 denominando as ruas do Distrito Industrial: João Napoleão de Souza, travessa Manoel José de Souza, Arnaldo Lopes Gonzaga, Bernardino Ramos, Carlos Alberto Mayer, Maurício Pacheco, Pedro Teixeira de Mello, Avelino Werner, Zacarias Souza, Dr. Felipe Alencastro, Constantino d’Ivanenko, travessas Júlio Brodeberker e Cambé, e Manoel Gaya – esta da Rua Herta Thieme ao Rio Itajaí-Açu. A ementa fala apenas em “Distrito Industrial”, sem o “do Imaruí” que o acervo acrescenta.
  • O prefeito Júlio César assina a Lei nº 1211/1973 denominando as ruas do Bairro São João: Olindo Rodolfo de Souza, José Pinto d’Amaral, Leopoldo Hess, Laudeano José de Almeida, João Pinto d’Amaral, Francisco Ferreira Filho, travessa Maurício Furtado, Ernesto Polidorio Silva – Ernesto Polydorio Ferreira pela Lei nº 2988, de 1995 -, Antonio Adão Dias, Manoel Mello (a rua “conhecida por Manoel Barbeiro”), Aurora Tabalipa, Travessa São Bento, Dario Cesario Pereira e Raul Heusi da Silva. Esta lei teve destino tortuoso: foi revogada pelas Leis nºs 1285, de 1973, e 2011, de 1982, revigorada pela Lei nº 2124, de 1984, e por fim consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022 – que lista as duas revogadoras entre as leis consolidadas, mas não as revoga.
  • O prefeito Júlio César assina a Lei nº 1212/1973 denominando as ruas do Bairro São Vicente: São Vicente, Pedro Batista da Silva, Ivo Stein Ferreira, Rodolfo Kucker, Jaci Ramos, Gaspar da Costa Moraes, José Santângelo, Dom Jaime de Barros Câmara, Comandante Germano Rauert, padre Paulo Condla, Professora Erotides Fontes, Otávio Cesário Pereira, Antonio Ayres dos Santos, Luiz Lopes Gonzaga, Antonio Perão, Felipe Miranda (Loteamento Ipiranga), Felix Malburg (Loteamento São Vicente), Dom Pedro II (Loteamento Dom Pedro II). A Lei nº 6274, de 2013, corrigiu o nome da professora, mas as fontes divergem sobre a forma que ela fixou: o registro do acervo dá Erotides da Silva Fontes e a fonte da legislação dá Professora Erotides da Silva Fontes – a divergência é de um título, e nenhum documento a arbitra. São três formas em quarenta anos, contando a desta lei de 1973, “Professora Erotides Fontes”, e a da Lei nº 2406, de 1988, que prolonga a via como “Erotides da Silva Fontes”, sem título. A revogação pela Lei nº 2406 é parcial, e não total: o art. 3º daquela lei revoga a de 1973 só “na parte em que dá denominação de ‘José Santângelo‘ à primeira rua com início na rua São Vicente, à direita, no sentido norte-sul” – nome que a mesma lei transfere para a rua “E” do Loteamento Santo Antônio. Os outros dezessete nomes desta lei continuam de pé, e é a própria Lei nº 2406 que o diz ao delimitar “na parte em que”. Ver Código dos Logradouros de Itajaí.
  • O prefeito Júlio César assina a Lei nº 1213/1973 denominando as ruas do Bairro Matadouro: Manoel Corrêa, Luiz Panca, São Benedito – “em frente a Igreja do Matadouro” -, as travessas Pedro João Galvão e Manoel Vargas, e a Rua Luiz Berlim, da Rua Brusque à Franklim Máximo Pereira. A Rua Gustavo Manoel dos Santos aparece no texto apenas como referência de traçado, não como denominação nova.
  • O prefeito Júlio César assina a Lei nº 1214/1973 denominando as ruas do Bairro Fazenda: Antonio Menezes Vasconcellos Drummond, José Copertino Chaves. Loteamento Muller: Neoflides Vieira Wendhausen, Benjamin Wendhausen, José Roberto Sagaz, Júlio Joaquim Fernandes, Abraão Bernardino Rocha, Iolanda Ardigó. Núcleo Cabeçudas: Antonio Bonanomi, Antonio Rocha d’Andrade, Galdino Jerônimo Vieira. Loteamento Vitória: Telemaco Pereira Liberato, Antonio Manoel Moreira. Ernestina Lapa de Macedo, Venezuela, Dinamarca, Suécia. Cabeçudas: Avenida Marcos G. Heusi.

1980 – 1989

1980

  • A Lei nº 1.770 autoria o prefeito Amilcar Gazaniga doar terreno na Rua Jorge Mattos para a construção da sede própria da OAB – Secção de Itajaí.

1990 – 1999

1992

  • O prefeito João Omar Macagnan assina o Decreto nº 4676, que abre no Conselho Municipal de Entorpecentes uma cadeira para cada clube de serviço existente no Município e outra para entidade que componha o Conselho Municipal de atendimento aos direitos da Criança e do Adolescente.

1996

  • Inauguração da Base de Distribuição de Derivados de Petróleo de Itajaí na localidade do Rio do Meio. Início das operações do poliduto Paraná/Santa Catarina com a consequente desativação dos terminais de Cordeiros

1997

  • Jandir Bellini é eleito presidente da Amfri.

1999

Século XXI

2000 – 2009

2001

  • Decreto nº 6201 restabelece, a partir de 29 de janeiro de 2001, o horário normal de funcionamento das repartições públicas municipais – das 8h às 12h e das 14h às 18h -, revogando o Decreto nº 6160/2000.

2002

  • Fundação do SINDICADI – Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor de Itajaí e Região.

2006

  • Fundação da AITM – Associação Itajaiense de Tênis de Mesa. Presidente: Tiago Tolentino de Souza. Diretores: Joelson Ricardo Rocha Alves, Rafael Luiz Azevedo, Suéllen Almeida Batista, Richard Muller Correa, Eduardo Vargas Peirão, Silvia da Silva Azevedo.

2010 – 2019

2011

  • O padre David Antonio Coelho celebra missa de despedida da Paróquia de São Cristóvão, Bairro Cordeiros. David assume a titularidade da Paróquia de São João Batista (SC)

2012

  • O Decreto nº 9638 altera o Decreto nº 9429, de 2011, e passa a declarar de utilidade pública uma faixa de 237,94 m², de Ricardo Marcelo Severino. Ver Obras e desapropriações.
  • O Decreto nº 9639 substitui quatro membros do Conselho Deliberativo da Fundação do Meio Ambiente de Itajaí – FAMAI, nomeados pelo Decreto nº 9098: os da Secretaria de Administração, da ACII, da UNIVALI e da FATMA. Ver Fundação Municipal do Meio Ambiente de Itajaí.

2018

  • Inauguração da nova sede da Unidade Básica de Saúde Bambuzal, na Rua Antônio Cirilo Dutra, no bairro São Vicente.
  • O Decreto nº 11184 mantém a situação de emergência no transporte coletivo urbano de Itajaí, declarada em abril de 2017, e prorroga por cento e oitenta dias o prazo do decreto que nomeou a comissão especial do serviço. Saiba mais em Transporte Coletivo.

2020 – 2029

2020

  • Inauguração da Unidade Básica de Saúde Fazenda e Cabeçudas.

2024

  • A Lei nº 7611 manda estabelecimentos privados e órgãos públicos de Itajaí trocar os sacos de lixo e as sacolas plásticos por ecológicos, com multa de 3 UFM e, na reincidência, de 4 UFM. Ver Política Municipal do Meio Ambiente de Itajaí.
  • A Lei nº 7610 dispensa as entidades e empresas de prática e treinamento de tiro desportivo de distanciamento mínimo de quaisquer outras atividades. Ver Zoneamento e uso do solo de 1989.
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