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18 de novembro

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Século XIX

1889

  • O segundo tenente da artilharia do Exército, Lauro Severiano Müller, é nomeado governado do Estado de Santa Catarina.

Século XX

1900 – 1949

1920

1936

  • Posse da diretoria do Syndicato dos Trabalhadores em Usina de Assucar. Presidente: Paulo Ricardo. Diretores: Antonio Peixer, Arnoldo Vaicky, Paulo Vaicky, Abílio Pereira Silva, Julio Jose dos Santos, Euclydes Cyriaco Vicente, Pedro Schwartz, Manoel Pedro dos Santos, Paulo Silva.

1937

1950 – 1969

1967

  • Anunciada a decisão do Museu de Cerâmica Popular de Barcelos (Norte de Portugal) de nomear Antônio Augusto de Nóbrega Fontes a sala dedicada à cerâmica Sul Americana.
  • Eleita nova diretoria do Olaria Futebol Clube, da localidade de Rio Pequeno. Presidente de honra: Lourenço Caliri. Presidente: José Fagundes do Nascimento. Diretores: Vilmar José, Adilson da Silva, José Luiz Medeiros, Carlito E. Gonçalves, Pedro Till, Ernestino Hoer, Deonizio Lucas, Valério Cardoso, Ademir José do Nascimento, Nilo dos Santos.

1970 – 1979

1971

  • O GESI promove a I Feira Artístico-Literária e Científica de Itajaí na Capela do Colégio Salesiano Itajaí (18 a 21)

1972

  • O Jornal do Povo anuncia a eleição e posse da nova diretoria da Paradelta – Clube de Paraquedismo do Delta do Itajaí. Diretores: José Gomes Mato, Luiz Antonio Panceri, Sérgio Carlos Casteloni, Márcio Vieira Angelo, Jorge C Lemos Nicolau.

1975

1980 – 1989

1981

  • O prefeito Amilcar Gazaniga sanciona no mesmo dia as duas peças orçamentárias do ano: a Lei nº 1914, que estima a receita e fixa a despesa do Município para o exercício de 1982, e a Lei nº 1915, que aprova o orçamento plurianual de investimentos para o triênio 1982/1984. São instrumentos complementares – o anual autoriza a arrecadação e o gasto de um único exercício, enquanto o plurianual programa apenas os investimentos, repartidos por três anos, e serve de moldura aos orçamentos anuais seguintes -, e votá-los juntos ao fim do ano era a praxe da legislação orçamentária do período. De ambas só se conhece a ementa: o articulado não pôde ser consultado, porque a base do Leis.org oferece apenas o PDF digitalizado do original, que não foi possível ler. Não há valores, receita, despesa nem programa de investimentos – sabe-se que as leis existem e o que fazem, não o que dizem.
  • Com a Lei nº 2031, de 24 de novembro de 1982, que fixa em Cr$ 3.100.000.000,00 o orçamento do exercício de 1983 e de que também só se conhece a ementa, são as três leis orçamentárias do Município registradas no acervo. Delas, apenas a de 1983 tem valor conhecido: fora esse número, o único orçamento municipal de montante registrado é o de 1883/84, de 11:242$000, quando o de Blumenau foi de 6:400$000. A lacuna pesa em 1981: a política salarial da Lei nº 1846, de 20 de janeiro, já autorizava o Executivo a suplementar as dotações de pessoal “pelo excesso de arrecadação ou outros recursos disponíveis, inclusive anulações de outras dotações de pessoal civil”, e a série legislativa do ano acumula vinte leis de suplementação de dotações e abertura de crédito especial – conjunto que sugere um orçamento corrigido muitas vezes ao longo do exercício, embora, sem os números, não se possa medir quanto o previsto se afastou do gasto.

1983

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2071, que o autoriza a vender por valor simbólico lotes do patrimônio disponível do Município a flagelados. O art. 1º precisa a operação: são 59 lotes de terras no Bairro Cordeiros, no loteamento denominado JARDIM VOTORANTIM V, “conforme planta aprovada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano”. Três condições limitam a venda. O art. 2º dá aos lotes “a exclusiva finalidade de servirem de moradia aos compradores”; o art. 3º fixa a idade mínima de 21 anos para adquiri-los; e o art. 4º remete as obrigações a contrato de compromisso de compra e venda anexo. Os dois anexos – a relação dos 59 lotes e a minuta do contrato – não foram publicados, e o texto legal remete quem os quisesse ver ao Paço Municipal, de modo que o acervo não tem a lista dos lotes nem as cláusulas do compromisso.
  • É a lei da enchente. 1983 foi o ano das grandes cheias do Vale do Itajaí, e o registro do acervo mede o que caiu sobre a cidade: quatro enchentes em sete meses, com o rio em 10,35 m em 4 de março, 12,46 m em 20 de maio, 15,34 m em 9 de julho – a maior marca desde 1911, que outros registros do acervo dão como a segunda da história, atrás apenas dos 15,46 m de agosto de 1984, embora a tabela de enchentes traga cotas maiores em 1880, 1911 e 1852 – e 11,50 m em 24 de setembro. A resposta institucional viera dois meses e meio antes: a Lei nº 2061, de 6 de setembro de 1983, criara a Comissão Extraordinária de Reconstrução do Município de Itajaí. A Lei nº 2071 é o passo seguinte e o mais concreto que o acervo registra – o Município transformando patrimônio fundiário próprio em reassentamento, com o preço reduzido a símbolo e o uso amarrado à moradia para que o lote não voltasse ao mercado. A lei não diz quantas famílias foram atingidas, nem de onde vinham os flagelados, nem quantos dos 59 lotes chegaram a ser vendidos, e o acervo não guarda ato posterior que preste essa conta.
  • Cordeiros não foi escolha ao acaso, e o Município já se movia ali. Sete dias antes, em 11 de novembro, a Lei nº 2069 batizara Rua Celso Duarte Moreira a rua “B” do Loteamento VOTORANTIM IV, de propriedade de Alfredo Weiss: o Votorantim V, onde iriam os flagelados, é o loteamento vizinho e da mesma série, no bairro que vinha recebendo os grandes loteamentos populares e núcleos habitacionais da cidade. As duas leis, a uma semana de distância, marcam o mesmo ponto da cidade. Não se pode afirmar, porém, que os lotes dos flagelados tenham vindo do proprietário do Votorantim IV: a Lei nº 2071 fala do “patrimônio disponível” do Município e não nomeia vendedor nem doador.
  • No mesmo dia da Lei nº 2071, a Lei nº 2070 autoriza uma permuta de terras no loteamento Jardim Operário, Bairro São Vicente: o Município recebe 1.282,82 m² “de propriedade do Sr. JOÃO TOMAZ e representada pelos lotes de nº 294, 295, 296, 297” e entrega em troca área de igual valor de sua propriedade no mesmo loteamento, com 1.136,00 m². O art. 2º diz o destino de dois dos quatro: “O lote nº 297, poderá ser transferido diretamente para o Senhor GERSINO NUNES, bem como o lote nº 295 para o Sr. TEOBALDO CUNHA.”
  • É o terceiro ato sobre o mesmo lote nº 297, e a leitura dos três em ordem desfaz o enredo. Em 20 de outubro de 1982 a Lei nº 2010, de Nilton Kucker, entregara o lote nº 297 do Jardim Operário a Gercino Nunes para indenizá-lo pela ocupação de seu terreno na abertura da Rua Antônio Ayres dos Santos; em 26 de abril de 1983 a Lei nº 2045 revogou aquela e refez a permuta; e só agora, em novembro de 1983, a Lei nº 2070 compra de João Tomaz os quatro lotes – 294, 295, 296 e 297 – e autoriza repassar o 297 ao mesmo Gersino Nunes. Isto é: em 1982 o Município prometeu em pagamento um lote que ainda não lhe pertencia, e levou treze meses e três leis para adquiri-lo e poder entregá-lo. A rua fora aberta por cima de terreno alheio, a indenização veio depois, e o bem com que se indenizava veio por último.
  • A Lei nº 2070 grafa “GERSINO NUNES”; a Lei nº 2010, de 1982, grafa “GERCINO NUNES” – trata-se do mesmo credor, e o acervo conserva as duas formas. Mais espinhoso é o lote nº 295: ele já saíra do patrimônio municipal em 8 de abril de 1981, pela Lei nº 1854, na permuta com Leobaldo Cunha que ampliou o pátio da Escola Reunida Judite Duarte de Oliveira, em Itaipava – e reaparece agora, dois anos e meio depois, para ser transferido a Teobaldo Cunha. Os dois nomes diferem por uma letra, e o acervo registra um Teobaldo Cunha oleiro em Itaipava por volta de 1950, a mesma localidade de Leobaldo. Não há como decidir, com o que o acervo tem, se são a mesma pessoa com o nome grafado de dois modos, se são parentes, ou se a permuta de 1981 nunca chegou a ser lavrada e o lote nº 295 voltou por isso à mesa em 1983.

1986

1990 – 1999

1993

  • Lei Ordinária nº 2853/1993 denomina de rua Luiz Erbani a rua projetada de Itaipava, “dentro da quadra 59 do setor 216, com seu início na Rodovia Antônio Bento da Silva e sem término previsto”. A rodovia com esse nome não aparece em nenhum outro documento do acervo, e as leis vizinhas do mesmo setor dizem Rodovia Antônio Heil.
  • Lei Ordinária nº 2854/1993 denomina de rua Sebastiana Corrêa Teixeira a rua projetada de Itaipava, “dentro da quadra 47 do setor 216, com seu início na Rodovia Antônio Heil, sem término previsto”. A lei grafa CORRÊA, com acento.
  • Lei Ordinária nº 2855/1993 denomina de rua Daniel Veiga Cugnier a rua “no bairro de Cabeçudas, com seu início na Via Deputado Francisco Evaristo Canziani e seu término na rua Geremias Caldeira”.
  • A Lei nº 2.856 obriga a concessionária de transporte coletivo a reservar espaço publicitário no interior dos ônibus para divulgação de campanhas e mensagens educativas.

1994

1997

  • Abertura da mostra fotográfica Cais com fotografias em preto e branco de autoria dos fotógrafos Ronaldo Silva Júnior, Nilton Ribeiro Córdova e Walace Lehnemann. Saguão da Biblioteca da Univali.
  • Lei Ordinária nº 3220 dispõe sobre o custeio da previdência dos servidores, com contribuição de 8,5% da remuneração e de 2% sobre o valor bruto de obra ou serviço licitado com terceiros, cria o Fundo da Seguridade Social dos Servidores e prende a remuneração de qualquer servidor ao teto do vencimento somado à verba de representação de Secretário Municipal.

1999

  • Decreto nº 6007 declara de utilidade pública, para desapropriação, 312,00 m² com benfeitorias, de posse de José Antônio Domingos, destinada à ampliação de Unidade Escolar da Rede Municipal de Ensino.

Século XXI

2000 – 2009

2003

2005

2009

  • A Lei nº 5413 desafeta a área verde nº 03 da quadra nº 07 do Conjunto Habitacional Popular Promorar III, destinada à construção da nova Unidade Básica de Saúde do Promorar II (ver Saúde – centros, UPAS).

2010 – 2019

2011

  • O Decreto nº 9554 declara de utilidade pública, para fins de desapropriação, um terreno de 286,4560 m² para a implantação da Via Expressa Portuária, com despesa pelo Convênio DNIT nº 421/2010. Ver Via Expressa Portuária.
  • O Decreto nº 9555 declara de utilidade pública, para fins de desapropriação, um terreno de 441,60 m² com benfeitorias para a implantação da Via Expressa Portuária, com despesa pelo Convênio DNIT nº 421/2010. Ver Via Expressa Portuária.
  • O Decreto nº 9559 declara de utilidade pública uma casa de dois pavimentos, de 85,64 m², atingida pela Via Expressa Portuária. Ver Via Expressa Portuária.

2013

  • Após onze dias no mar chega a Itajaí o veleiro classe MOD70 “Edmond de Rothschild”, integrante da Regata Transat Jacques Vabre promovida entre os portos de Le Havre (França) e Itajaí (Brasil).
  • O Decreto nº 10139 declara de utilidade pública, para fins de desapropriação, áreas ocupadas pela Rua Delfim Mário Pádua Peixoto (2.487,58 m²) e pela Rua Jucília Maria da Silva Miguel (531,48 m² e 1468,50 m²), na Praia Brava. Ver Código dos Logradouros de Itajaí e Praia Brava.

2014

  • Falece Flávio Lupércio Wolff, o Lupa, empresário. Foi vítima de acidente doméstico, vindo a cair do décimo primeiro andar do edifício Baía do Sol, na Rua Uruguai.
  • O Decreto nº 10396 fixa a divisão do incentivo fiscal do ISS a projetos esportivos: 50% para formação de base e manutenção de selecionados, 40% para eventos e 10% para outras atividades. Saiba mais em Fundação Municipal de Esportes.
  • O Decreto nº 10397 nomeia os membros do Conselho Municipal de Contribuintes (COMDECON) para 2014/2015. Saiba mais em Conselho Municipal de Contribuintes.

2015

2016

  • Entrega do restauro do Painel Itajaí, no Átrio Municipal.

2019

  • A Lei nº 7079 regulamenta o Programa Itajaí Ativo, de promoção da saúde por práticas corporais e atividade física, com no mínimo oito profissionais de educação física da Fundação Municipal de Esporte e Lazer. Saiba mais em Saúde Pública – calendário histórico.

2020 – 2029

2021

  • A Emenda à Lei Orgânica nº 62 institui o orçamento impositivo, com execução obrigatória das emendas individuais dos vereadores até 1,2% da receita corrente líquida, metade para a saúde. Ver Câmara de Vereadores de Itajaí.

2024

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