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19 de abril

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Século XIX

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Século XX

1900 – 1949

1907

  • Naufraga na “Praia de Itajahy” o lugre “Fidelidade”, da empresa Asseburg.

1930

  • Falece o coronel Gustavo Lebon Régis que é homenageado com o nome do município catarinense Lebon Régis. Como militar lutou com as tropas legalistas contra os federalistas na Revolução Federalista, sendo ferido em campo de batalha no famoso Cerco da Lapa.

1933

  • Assume o interventor de Santa Catarina Aristiliano Ramos e o prefeito de Itajaí pede demissão junto com os prefeitos das principais cidades do Estado.

1941

1942

1948

1950 – 1969

1950

  • Falece Emma Maria Rischbieter, esposa de José Deeke. Escritora, com obras escritas em língua alemã, recebeu a homenagem de nomear o Município Dona Emma.

1956

  • Rodolfo Renaux Bauer assina aviso aos acionistas da Distribuidora de Automoveis S.A na condição de presidente.

1959

1964

  • Eleita nova diretoria do Grupo de Bolão Tapuia da Sociedade Guarani. Presidente: Helmuth Weingraber. Diretores: Yolando Benevenutti, Olivio A. Steigleder, Tarso Moritz, Valécio Rebelo, Waldyr Benevenutti.

1969

  • Anunciada a morte de Ernesto Kobarg Júnior (Bubi Kobarg) em sua residência à Avenida Joca Brandão. Mestre-pedreiro, foi zagueiro do Lauro Müller, Barroso e Marcílio Dias. Construiu o prédio da Cia Malburg, Prefeitura Municipal e Colégio São José. Casado com Rosalina Schumacher Kobarg.

1970 – 1979

1971

1972

  • Falece, na Guanabara, o coronel Eugênio Muller Neto que participou da Segunda Guerra Mundial, sendo ferido em combate.

1975

1977

1979

1980 – 1989

1980

  • Início da IX FAEMI – Frente Atlética Estudantil Mirim. Competições realizadas no período de 19 de abril a 01 de maio. Promoção da Associação dos ex-alunos do Colégio Salesiano e CME – Comissão Municipal de Esportes.

1984

  • Formação da Associação dos Professores de Itajaí com a composição de uma diretoria provisória. Presidente: Daici Caprara; vice-presidente: Avito Darci Corrêa. Diretores: Sueli Costa, Sueli A Cardoso, Iracema Costa, Maria Helena Santos, Maria Regina Prateat, Constância Anacleto, Jorge D’Ávila.
  • Realização em Itajaí da XV JECA – Jornada Esportiva Catarinense das AABBs. [19 a 21].

1985

  • A Câmara de Vereadores, presidida pelo vereador Ademir Manoel Furtado, promulga a Resolução nº 180, que “APROVA AS CONTAS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJAÍ, REFERENTE AO EXERCÍCIO DE 1983“. Do ato só se conhecem a ementa e a data. É a primeira resolução da Casa em cinco meses e meio – a anterior, a nº 179, é de 6 de novembro de 1984, ainda sob Nazareno da Silva Medeiros.
  • A Resolução nº 169, de 21 de março de 1983, aprovara as contas de 1981, quase quinze meses depois de encerrado o exercício; a nº 174, de 1º de dezembro de 1983, as de 1982, onze meses depois. As de 1983 só são aprovadas agora, quinze meses e meio depois do fim do ano, e por uma Mesa que não é a que acompanhou aquele exercício. O julgamento das contas não se aproxima do exercício julgado: afasta-se dele.
  • O descompasso com o pagamento é o dado mais duro da série. As contas de 1982 haviam sido aprovadas em dezembro de 1983, e o Município ainda autorizaria, pela Lei nº 2099 de 8 de maio de 1984, a última parcela dos débitos daquele mesmo exercício – dezessete meses depois de a Câmara os dar por bons. A Casa aprova antes de o Município terminar de pagar.
  • Nota de acervo: a ementa desta resolução fechou uma lacuna que o acervo carregava. Os registros de finanças de 1983 e de 1985 a davam por aberta – o primeiro anotando que “das contas de 1983 o acervo não guarda resolução alguma”, o segundo que as três resoluções de 1985, nº 180 a nº 182, “não versam sobre contas”. A Resolução nº 180 versa, e Finanças do Município já a traz na série dos julgamentos de contas como a peça de 1983, promulgada quinze meses e dezenove dias depois de encerrado o exercício. A lacuna não está mais aberta.

1987

1988

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2366, cuja ementa é “AUTORIZA O EXECUTIVO MUNICIPAL A ADQUIRIR VEÍCULO“. O art. 1º fala do preço e da forma de pagamento, e manda descontar dele “os débitos da Empresa existente junto ao Tesouro Municipal, a serem apurados à época da concretização do negócio” – mas não nomeia o veículo nem a empresa. Não há marca, modelo, ano, placa, tipo nem destinação; não há nome, ramo ou endereço do vendedor.
  • A Lei nº 2158, de 1985, ao desafetar um veículo do patrimônio municipal para vendê-lo em licitação, o descreveu inteiro: “o veículo marca mercedes Bens \[sic\], tipo ônibus, ano 1967, placa nº CM-2787, cores azul-marinho e branco”. Três anos depois, para comprar, a Lei nº 2366 não diz nada – é o contraexemplo exato, e é do mesmo prefeito. A diferença não é de técnica legislativa apenas: para alienar o Município precisava individuar o bem que saía; para adquirir, bastou-lhe autorizar a despesa. Divergência de data: este registro dava a Lei nº 2158 como de 28 de março de 1985; o calendário em 1º de março e o verbete Finanças do Município a dão como de 1º de março de 1985. Nenhum documento do acervo arbitra, e as duas datas ficam como estão.
  • O art. 1º da Lei nº 2366 manda descontar do preço “os débitos da Empresa existente junto ao Tesouro Municipal”, o que indica que o vendedor devia ao Município e que a compra serviria também de encontro de contas – operação que o acervo já viu em outra forma, na Lei nº 2317, de 30 de setembro de 1987, que entregou um microcomputador SID à própria fabricante por dação em pagamento. Mas nada na Lei nº 2366 permite dizer que empresa era, que débitos eram esses nem se o negócio se fez.
  • O texto da Lei nº 2366 vai do art. 2º ao art. 4º: não há art. 3º. Registre-se a falha como está – o acervo não tem outra versão do ato para conferir se o dispositivo caiu na publicação ou nunca existiu.
  • A Lei nº 2367, do mesmo dia, é orçamentária e chegou ao acervo só com cabeçalho e ementa, sem articulado, como as demais leis puramente orçamentárias de 1988.

1990 – 1999

1991

1994

Século XXI

2000 – 2009

2000

2001

2004

2005

2010 – 2019

2011

2012

2013

  • O Decreto nº 9977 declara de utilidade pública, para intervenção em área de preservação permanente, uma área na Rodovia BR-101, no bairro Salseiros, destinada à instalação do Zemar Estaleiro do Aço Ltda. Ver Indústria em Itajaí.

2015

  • Encerramento da segunda edição da Itajaí Stopover, parada da Volvo Ocean Race.

2020 – 2029

2021

2024

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