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08 de março

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Século XIX

1837

  • Francisco José das Neves foi nomeado professor regente da Escola de primeiras Letras da Freguesia de Itajaí. Em 28 de maio de 1838 foi substituído interinamente pelo professor Antonio Joaquim Ferreira.

1864

  • Nasce Lauro Severiano Muller, na Rua Principal (hoje Lauro Muller), sétimo filho do casal Pedro Muller e Ana Michels. Equivocadamente é mencionado seu nascimento a 08 de novembro de 1864. Também encontrados registros do nascimento no ano de 1863.

1884

  • Forte lestada causa grandes prejuízos materiais à população da região de Itajaí.

1891

  • Realizadas eleições para a Assembléia Constituinte do Estado de Santa Catarina para elaborar a primeira Constituição republicana do Estado. Pedro Ferreira e Silva e Emanuel Pereira Liberato são eleitos deputados constituintes de Santa Catarina.

Século XX

1900 – 1949

1902

1906

1918

  • O governo federal assume a administração da Estrada de Ferro Santa Catarina, iniciando os estudos para a construção do trecho Blumenau-Itajaí. No ano seguinte [1919] o estado brasileiro também incorpora a Companhia de Navegação Fluvial a Vapor Itajaí-Blumenau anexando-a à Estrada de Ferro Santa Catarina

1919

  • Catharina Demoro é nomeada diretora do Grupo Escolar Victor Meirelles em substuição a Henrique Midom que assumiu direção do Grupo Escolar Conselheiro Mafra em Joinville.
  • O vice-governador em exercício, Hercílio Pedro da Luz, nomeia Erotides Fontes professora do Grupo Escolar Victor Meireles. O despacho tem a assinatura de Hercílio Luz e José Arthur Boiteux.

1921

  • Nasce Remaclo Fischer, filho do casal José Theodoro Fischer e Mathilde Reichert Fischer.

1924

  • Nasce, em Curitiba, Reinaldo França.

1926

  • Chega ao Porto de Itajaí o navio “Santa Teresa”, com os trilhos necessários para a construção do trecho da Estrada de Ferro entre os Municípios de Blumenau a Itajaí.

1931

  • Nasce, em São João Batista, Nereu Tibúrcio Sestrem.

1940

  • Falece, aos 71 anos de idade, Emilio Gazaniga, proprietario do salao de barbearia Gazaniga.

1942

1947

  • Instalação do Círculo de Pais e Mestres do Grupo Escolar Prof. Júlia Miranda de Souza (Bairro de Navegantes). Presidente: Manoel Alexandrino. Diretores: Vanda Muller dos Santos, Orlandina Rebeo Paulo, Ewaldo Reiser, Athanásio Rodrigues, João Honorato /coelho, Vicente Honorato Coelho, Dorvalina Maria da Conceição.

1950 – 1969

1952

  • Nasce, em Ilhota, Alécio Felski, presidente da ASPMI entre 1988 e 1990.

1956

1959

1964

  • Governador Celso Ramos inaugura o Grupo Escolar no Bairro São João tendo como primeira diretora Lena de Jesus Chagas Ribeiro.
  • Solenidade alusiva ao centenário de nascimento de Lauro Severiano Müller contando com a presença do governador Celso Ramos. A comitiva visitou obras do governo do Estado em Itajaí: aeroporto e retificação do Rio Itajaí-Mirim. Inauguração do Grupo Escolar Henrique da Silva Fontes, escritório da Residência da Diretoria de Obras Públicas do Estado. Reinauguração do busto de Lauro Müller – remodelado – na Praça Vidal Ramos. Entrega da pavimentação e iluminação à mercúrio da Rua João Pessoa.

1965

1970 – 1979

1973

1976

  • Formada a Equipe de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro integrante do movimento cristão Equipes de Nossa Senhora – Movimento de Casais por uma Espiritualidade Conjugal e Familiar.

1978

1980 – 1989

1984

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2090, que cria os cargos de Diretor e Secretário da Casa da Cultura. Pelo art. 1º, a Casa, “criada pela LEI Nº 1.806, DE 23 DE JULHO DE 1980, será dirigida por um Diretor, sendo este auxiliado por um Secretário”. O art. 3º traz o mecanismo incomum: “O Diretor será nomeado pelo Chefe do Executivo Municipal mediante lista tríplice, organizada na forma prevista no Regimento Interno da Casa” – e o parágrafo único dá ao Prefeito quinze dias, contados da elaboração da lista, para nomear. O art. 5º equipara o Diretor ao cargo em comissão padrão CC-2, de Diretor de Departamento da Prefeitura, e fixa o vencimento do Secretário em um terço do salário do Diretor. O art. 6º põe a casa por conta do Município: “A Casa da Cultura será mantida pela municipalidade, que promoverá adequadas condições de funcionamento de suas atividades, colocando-lhes à disposição os bens móveis e imóveis necessários, de seu patrimônio ou de terceiros a ela cedidos, ou assegurando-lhe os suficientes recursos financeiros de custeio.” Pelo art. 7º o Município arca com a contratação e o pagamento do pessoal, “respeitados os limites de seu orçamento e a disponibilidade de recursos”, e o art. 8º condiciona a contratação à existência do cargo ou função na municipalidade.
  • Pouco mais de três meses antes, a Lei nº 2074, de 30 de novembro de 1983, de Arnaldo Schmitt Júnior, fizera os Secretários Municipais e os dirigentes de igual nível cargos “de livre escolha e nomeação do Prefeito”. A direção da Casa da Cultura é o único posto que o acervo registra subtraído a essa regra na administração de Arnaldo Schmitt Júnior: o nome sobe de uma lista de três organizada pelo Regimento Interno da própria Casa – aprovado sete semanas antes, pelo Decreto nº 3051, de 16 de janeiro de 1984 -, e o Prefeito escolhe dentro dela, com prazo. A Casa fora criada quase quatro anos antes pela Lei nº 1806, a mesma que instituiu o Centro Cultural Max Tavares D’Amaral, e aberta ao público em 2 de junho de 1982 no prédio do antigo Grupo Escolar Victor Meirelles; só em 1984 ganha regimento e direção próprios. O verbete do Centro Cultural registra aquele regimento como Decreto nº 3051-A, com a letra; a coleção de decretos de 1984 traz Decreto nº 3051, sem ela.
  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2091, que denomina Rua Vereador Nestor dos Santos “a rua A que tem seu início na Rua Reinaldo Schmithausen e término na Avenida Agostinho Alves Ramos (contorno da Retificação do Rio Itajaí Mirim) Rio Novo, do LOTEAMENTO VOTORANTIM IV, abrangendo LOTEAMENTO VOTORANTIN V, no Bairro de Cordeiros”. O texto grafa o loteamento com “m” na primeira menção e com “n” na segunda. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022.
  • A rua aberta pela Lei nº 2091 corta o reassentamento dos flagelados: os dois loteamentos que ela atravessa são os mesmos em que o Município se movera no ano das quatro cheias. O Votorantim IV, de propriedade de Alfredo Weiss, tivera a sua rua “B” batizada Rua Celso Duarte Moreira pela Lei nº 2069, de 11 de novembro de 1983; o Votorantim V é onde a Lei nº 2071, de 18 de novembro de 1983, autorizou vender por valor simbólico 59 lotes do patrimônio disponível “à flagelados deste Município”, com uso amarrado à moradia – o passo mais concreto da Comissão Extraordinária de Reconstrução. Quatro meses depois, a via que liga a Avenida Reinaldo Schmithausen ao contorno do canal de retificação recebe nome de vereador. Nestor dos Santos cumprira três mandatos na Câmara – 1970-1972, 1973-1976 e 1977-1983 -, fora suplente de deputado estadual pelo MDB e integrara a Comissão Municipal de Turismo nomeada pelo Decreto nº 523, de 1970. Duas semanas antes, a Lei nº 2087 doara sepultura ao mesmo ex-vereador.
  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2093, que denomina Servidão Pública Rosa Marcelina Silva “a Servidão Pública conhecida por BECO DO BAA, localizada na Rua Brusque, ao lado da CASA REIG“. É a única servidão pública batizada que o acervo registra no período, e o verbete Nomes antigos de ruas – A até E já trazia a troca – “BAA [Beco do BAA] – Servidão Pública Rosa Marcelina Silva” – sem data nem número: esta lei é a fonte que faltava. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022.
  • A Lei nº 2093 se apoia em duas referências urbanas que davam endereço a quem morava ali e que o acervo não sabe explicar: o BAA, cuja sigla nenhum documento decifra, e a Casa Reig, estabelecimento ou residência da Rua Brusque de que não há outro registro. Não se propõe aqui significado para a sigla. A Rua Brusque concentrava esse tipo de logradouro: o acervo registra ainda o Beco Modesto Vieira, que a Lei nº 834, de 28 de dezembro de 1967, transformou em Rua Ulysses Machado Dutra, e o Beco Germano Damiani, que cinco meses depois a Lei nº 871 batizou Modesto Fernandes Vieira – três becos rebatizados na mesma rua. Uma coincidência fica anotada sem que documento algum a confirme: o acervo registra em 29 de maio o nascimento de Maria Odete Soares (Reig), filha do casal José Jacinto Soares e Rosa Marcelina da Silva – o nome da homenageada e o sobrenome da casa vizinha à servidão aparecem juntos naquela família, e nada no acervo diz que se trate das mesmas pessoas.
  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2094, que considera de utilidade pública a Cruz Vermelha Brasileira – Filial de Itajaí, “fundada em 22 de agosto de 1983“. Revogada pela Lei Complementar nº 374, de 2021.
  • A Cruz Vermelha Brasileira – Filial de Itajaí, declarada de utilidade pública pela Lei nº 2094, nasce seis semanas depois da maior cheia desde 1911: sua data de fundação, 22 de agosto de 1983, cai quarenta e quatro dias depois da enchente de 9 de julho de 1983, que marcou 15,34 m e foi a maior desde os 16,90 m de 1911 – a terceira das quatro cheias daquele ano, todas registradas em Enchentes em Itajaí. A coincidência de calendário fica registrada como coincidência: nem esta lei nem qualquer documento do acervo diz que a enchente motivou a fundação da filial. Não era a primeira Cruz Vermelha da cidade – o acervo arrola sócios-fundadores e dirigentes de uma Cruz Vermelha de Itajahy já na Primeira Guerra, entre eles Irineu Bornhausen, Norberto Bachmann, Hilda Mello e Julieta Torres Gonçalves, com a data grafada ora 1918, ora 1818, erro evidente que se repete em dezenas de verbetes de pessoas.
  • Faltam duas leis na sequência que se abre com a Lei nº 2090, e elas faltam no ano inteiro: a nº 2092, entre a Lei nº 2093 (servidão Rosa Marcelina Silva) e a Lei nº 2094 (Cruz Vermelha), e a nº 2095, entre a Lei nº 2094 e a Lei nº 2096, de 02 de abril. A coleção de legislação do Município as registra como “ato inexistente, numeração não utilizada“, sem data e sem ementa. Com a Lei nº 2052, de 1983, são as primeiras ocorrências do tipo no acervo, e em 1984 elas somam três – nº 2092, nº 2095 e nº 2117. Nenhum documento explica os saltos.
  • O acervo registrava a servidão Rosa Marcelina Silva como Lei nº 2092 e a Cruz Vermelha como Lei nº 2093, numeração que diverge das fontes. A coleção de legislação do Município dá o nº 2093 à servidão e o nº 2094 à Cruz Vermelha, e reserva o nº 2092 à numeração não utilizada: são os mesmos atos, deslocados de uma unidade. Prevalece aqui a numeração da coleção de leis, que traz o texto integral dos dois atos; o registro anterior fica anotado.

1985

  • Fundação da tenda de Umbanda da Mãe Nina [Bairro São João].

1986

1989

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior assina o Decreto nº 4040, que cria a Creche localizada no Bambuzal, destinada à educação pré-escolar. Divergência: João Omar Macagnan já assinava atos municipais desde 5 de janeiro daquele ano, pelo Decreto nº 3929 – a assinatura de Schmitt Júnior num ato de março de 1989 fica registrada sem escolha entre as hipóteses (ver `geral/Educação infantil, creche, pré-escola.md`).

1990 – 1999

1991

  • Promulgada a Resolução nº 217, que cria a Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara de Vereadores para apurar o contrato entre a Prefeitura e a empresa ENGEPASA.

1993

  • Inaugurado na Beira-Rio o restaurante Concha Turbinada, de propriedade de Fábio Renato Pereira e Jairo Porto.

1995

  • Inauguração do COAS – Centro de Orientação e Apoio Sorológico, Rua Felipe Schmitt.
  • Justiça confirma legalidade da venda do Estaleiro Corena/Maclaren através de leilão para pagamento de débitos trabalhistas.

1996

  • O Conselho Universitário aprova a Resolução nº 002/Cun/96 aprovando a regionalização da UNIVALI e a implantação de um campus universitário no Município de São José.
  • Decreto nº 5365/1996 declara de utilidade pública, para desapropriação, 400,41 m² de Orlando da Rosa na Rodovia Oswaldo Reis, área “atingida pelo alargamento da mencionada rodovia”. Assina o prefeito em exercício Érico Laurentino Sobrinho.

1999

Século XXI

2000 – 2009

2002

2004

  • O Decreto nº 7016 declara de utilidade pública 330 m² de Pedro Emiliano da Silva, já ocupados pela implantação do prolongamento da Rua Otávio Cesário Pereira, no Bairro São Vicente.

2006

  • O prefeito Volnei José Morastoni aprova, pelo Decreto nº 7.818, o Estatuto da Fundação Municipal de Esportes.
  • Sancionada a Lei nº 4.516, que repete para 2006 a isenção da Tarifa de Limpeza Urbana a quem aderir ao Programa de Coleta Seletiva de Materiais Domésticos Recicláveis, como a Lei nº 4.339, de 2005, que revoga, agora com adesão também pelo Termo que acompanha o carnê do IPTU/2006. Ver Limpeza pública.

2007

  • O Decreto nº 8141 declara de interesse social, para desapropriação, área de 656 m² no Jardim Olimpikus, ocupada por posseiros, destinada ao assentamento definitivo das famílias.

2009

2010 – 2019

2011

  • Anunciada a Escola de Samba Imperador como grande campeã do carnaval de rua de Itajaí. Segundo lugar fica com Macunaína e o terceiro lugar com a Escola de Samba Unidos da Loca.

2012

2016

  • A Lei nº 6702 fixa em 20 minutos, em dias normais, e em 30 minutos, em véspera ou após feriados e no quinto dia útil do mês, o tempo máximo de espera nos caixas de bancos, instituições de crédito e agências dos Correios de Itajaí. Ver Conselho Municipal de Defesa do Consumidor.
  • A Lei nº 6703 denomina de Praça “Manoel Sebastião Tavares” o logradouro público situado na confluência das Ruas Heitor Liberado e Benjamin Franklin Pereira, no mesmo lado do Bistek Supermercado. Ver Praças de Itajaí.

2018

  • O Decreto nº 11225 institui a “Sala de Situação de Ocupações Clandestinas”, sistema de comando de operações para monitorar e propor estratégias contra as ocupações clandestinas de terras e o parcelamento irregular do solo, com treze órgãos, entre eles a FAMAI, a Procuradoria Geral do Município, o SEMASA, a Defesa Civil, a CELESC e o Batalhão da Polícia Militar. Ver Fundo Municipal de Habitação Popular.

2020 – 2029

2023

  • Eleição da diretoria do Sinduscom – Sindicato das Indústrias da Construção Civil dos Municípios da Foz do Rio Itajaí. Presidente: Fábio Luiz Inthurn; primeiro secretário: Joacildo Antonio Scarton; segundo secretário: Ronaldo Vieira Sedrez; primeiro tesoureiro: Alfio Kalil Jorge Júnior; segundo tesoureiro: Wadis Dall Oglio Netto; vice-presidente de Navegantes: Jamille Vargas; vice-presidente de Penha e Balneário Piçarras: James José Ramos; vice-presidente de assuntos estaduais e nacionais: Bruno de Andrade Pereira; vice-presidente de assuntos de marketing e filantropia: Flávio Macedo Mussi; vice-presidente de relações trabalhista e sindicais: Eduardo Luis Agostini da Silva; suplentes de diretoria: Alexandre Pedro Dias, Werner Dietterle, Marlon Edenir Moser; conselho fiscal: Valter Neis, Carlos Henrique de Carvalho, Gustavo Felipe Bernardi; suplentes: Felipe Silva Lopes, Ronir Schlosser, Fellipe Argenta Sponchiado; representantes junto à FIESC: Fábio Luis Inthurn, Bruno de Andrade Pereira; suplentes: José Carlos Santos Leal, Eduardo Luis Agostini da Silva.
  • A Lei nº 7471 troca “idoso” por “pessoa idosa” na lei da Política Municipal do Idoso e refaz a representação do governo no Conselho: um representante da Saúde, dois da Assistência Social e um da Promoção da Cidadania, que ganha cadeira. Ver Conselho Municipal do Idoso de Itajaí.
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