10 de março
Século XIX
Nenhuma data registrada até o momento.
Século XX
1900 – 1949
1901
- Eleição para escolha da nova diretoria da Sociedade Carnavalesca Guarany. Presidente reeleito: Geraldo Pereira Gonçalves. Diretores: H. H. Hundt, Bento Gordiano d’Oliveira, Alfredo Conrado Moreira, Manoel de Souza Cunha, João Marques Brandão, José Gomes da Cunha, Júlio Koch.
1931
- Nasce Dimas Rosa, artista plástico, filho do casal Francisco da Rosa e Virgínia Grotti da Rosa. Faz fama como artista plástico em Florianópolis e vem a falecer a 26 de janeiro de 1994.
1934
- Anunciada a criação, em Florianópolis, do núcleo provincial da Acção Nacional Integralista – Santa Cataharina. O triunvirato diretivo é composto por: Othon Gama d’Eça, Antonio Bottini, Carlos Seára.
- Fundação do Consórcio Profissional Cooperativo dos Lavradores e Criadores de Itajahy – Syndicato Agrícola. Presidente: Alberto Pedro Werner. Diretores: Dagoberto Nogueira, José Martins Soares, José Correia de Negreiros, Joaquim Geraldino Bittencourt, José Ferreira Mafra, Espiridião Graciliano da Silva.
1940
- Visita Itajaí o presidente Getúlio Vargas.
1941
- Adeptos do esporte da caça reúnem-se no Café Espindola para criar uma comissão de fundação do Clube dos Caçadores de Itajahy. Integrantes: Manoel Gaya Neto, José dos Passos Nunes, Luiz Martins de Almeida, João Fabio da Silva, Trajano Pereira, Manoel F. Macedo.
1950 – 1969
1954
- Falece o filiado ao sindicato Armazenador de Itajaí Ignácio Linhares.
1960
- Nasce, em Itajaí, Paulo Manoel Vicente, depois conhecido como Paulinho Amandio.
1963
- Abdon Fóes e José Eliomar da Silva integram a nova Executiva Estadual do PTB de Santa Catarina.
1970 – 1979
1975
- Nasce Josué Gilberto Lamim, integrante do quadro de arbitragem da Federação Catarinense de Futebol.
1977
- O médico Edison Villela toma posse na presidência da Fepevi, tendo Monsueto Trés como diretor geral.
1978
- Lei Ordinária nº 1606 declara de utilidade pública o Centro Espírita Allan Kardec.
1979
- A Escola de Samba Unidos de São João promove uma grandiosa festa no bairro para comemorar o bicampeonato do carnaval de rua de Itajaí.
1980 – 1989
1980
- O prefeito Amilcar Gazaniga sanciona a Lei nº 1774, que denomina Servidão Pública Dionízio Veiga a primeira entrada do lado direito da Rua Uruguai, partindo da Rua Brusque (registro anterior grafava o nome como Dionísio Veiga). Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022.
1981
- O prefeito Amilcar Gazaniga sanciona a Lei nº 1848, que denomina Rua Estudante Renato Victorino a rua “A” do Loteamento Cleonice, no Bairro Dom Bosco – primeira de três vias do mesmo loteamento batizadas em quinze dias, com as leis nº 1850, de 17 de março, e nº 1851, de 25 de março. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022.
1986
- O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior assina o Decreto nº 3389, que declara de utilidade pública, em regime de urgência, terreno de 498,74 m² de propriedade de Domingos Clarindo da Cunha, no lugar Espinheiros – forma triangular, 33 metros de frente na Estrada Geral de Espinheiros -, “necessário para construção de uma Escola Municipal, ainda sem denominação oficial, na localidade de Espinheirinho“. A despesa corre por conta da dotação “Expansão da Rede Física Escolar“, rubrica que nenhum outro ato do acervo nomeia.
- O acervo não guarda o ato de criação nem o de denominação da escola cuja construção o Decreto nº 3389 viabiliza em Espinheirinho, mas registra em Espinheirinhos a Escola Isolada Clarindo Sebastião da Cunha, na rua do mesmo nome, e ao lado dela o Centro de Educação Infantil Cecília Santiago Dias; registra ainda, no bairro, o Sistema de Captação e Distribuição de Água Potável Domingos Clarindo da Cunha “Gota”, com o nome exato do desapropriado pelo Decreto nº 3389, e a rua Maurício Clarindo da Cunha, denominada pela Lei nº 3576. A convergência é forte – o terreno é do Cunha, a escola vizinha leva o nome de um Cunha, o sistema de água leva o nome deste Cunha -, mas nenhum documento liga a escola construída aqui à que hoje existe ali, e o acervo não afirma a identidade: Espinheiros de Cima, ou Espinheirinhos, é a área norte do bairro, que chega à divisa com Ilhota, e a família Cunha é a mesma a que o Arraial dos Cunha deve o nome, “proprietária de grande extensão de terra limítrofe com as localidades de Quilômetro Doze, Baía e Paciência”.
- O Decreto nº 3389 é a primeira das três desapropriações escolares de 1986 – seguem-se o Decreto nº 3406, de 21 de março, para a Escola Isolada Maria Perpétua Pereira, na Paciência, e a Lei nº 2227, de 1º de abril, que compra terreno na Praia Brava para ampliar a Escola Básica Iolanda Ardigó -, e é a única das três em terra da zona rural do norte do município.
1987
- O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2269, que dá o nome de Antônio Carlos Pereira Leão Filho à rua “B” do Loteamento Jardim Rio Azul, “que tem seu início à Rua Marginal São Vicente e seu término na Avenida Arterial EW-03, Bairro São Vicente“. É a primeira das sete denominações de rua de 1987 e o documento que faltava para um nome que o acervo só conhecia pelo resultado: Antônio Carlos Pereira Leão Filho figurava nas listas apenas como quem “empresta seu nome a rua na localidade de São Vicente”, com o CEP 88309-450, sem data, sem lei e sem registro biográfico. Continua sem os três: a lei batiza e não diz quem foi.
- A designação técnica Avenida Arterial EW-03, citada como limite da rua batizada pela Lei nº 2269 no Loteamento Jardim Rio Azul, já entrara no acervo pela Lei nº 2209, de 29 de novembro de 1985, que comprou até 120.000 m² de terreno com frente de 516 metros para a “Avenida Arterial EW-03 do JARDIM RIO BONITO II“, com dinheiro repassado pelo DNOS, para implantar o núcleo habitacional dos ex-posseiros tirados das margens do rio – ver Remoção das casas das margens do Rio Itajaí-Mirim. Quinze meses depois a mesma via reaparece limitando outro loteamento do bairro, o Jardim Rio Azul: a EW-03 é um eixo de plano viário que atravessa vários parcelamentos de São Vicente, e nunca é chamada por nome próprio. O acervo não guarda o plano que a projetou, não sabe quem o desenhou nem em que ato ele foi aprovado, e não registra que a avenida tenha recebido denominação oficial – a nomenclatura por letra e número convive, na mesma frase da lei, com o batismo de uma rua vizinha.
- A Lei nº 2270 concede subvenção social à ASPMI – Associação dos Servidores Públicos Municipais de Itajaí. Dela só se conhece a ementa: não se sabe o valor, a dotação nem a finalidade. Nenhum ato anterior do acervo destina recurso municipal à entidade, que até aqui aparecia só por dentro – eleições de diretoria, a cooperativa montada em sala da Prefeitura, o conjunto residencial dos associados -, e em 19 de novembro do mesmo ano a Lei nº 2327 voltaria a lhe destinar recursos. Fica em aberto se a Lei nº 2237, de 17 de junho de 1986, que autorizou incluir no orçamento “subvenção, que especifica” sem dizer a quem, tinha esta mesma beneficiária: nada nos dois textos liga um ato ao outro.
1990 – 1999
1993
- O Decreto nº 4933 acrescenta onze representantes ao Conselho Municipal de Meio Ambiente, invocando “a composição paritária exigida pelo art. 135 da Lei Orgânica do Município”: um da Secretaria Geral do Rotary Clube, seis das Associações de Moradores dos bairros Nossa Senhora das Graças, Imaruí, Saco da Fazenda, Cordeiros, Praia Brava e Espinheiros, um dos Clubes de Serviços, um do Diretório Central de Estudantes da Univali, um do Serviço de Inspeção de Produtos Animais e um da Fiscalização da FATMA – escritório local.
1994
- A Lei nº 2898 autoriza micro-empresas e empresas de pequeno porte “a se estabelecer e funcionar na residência de seus titulares“, em caráter precário e mediante aquiescência escrita do locador quando o imóvel for alugado, vedadas as atividades que prejudiquem “o meio-ambiente, a segurança, o silêncio, o trânsito ou a saúde pública”. O art. 4º garante que a autorização não altera o lançamento do IPTU.
1997
- Lei Ordinária nº 3154 denomina de rua Pedro Machado Júnior a rua projetada com início na Rua Fermino V. Cordeiro e término no morro, a quinhentos metros da Rua Isolina Trainotti Orsi, no lugar Espinheiros, setor 215. A lei é revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022.
- Lei Ordinária nº 3155 declara de utilidade pública a AIPRA – Associação Itajaiense de Proteção aos Animais, com sede à Rua Carolina Vailate, nº 359. A lei é revogada pela Lei Complementar nº 374, de 2021. \[A lei grafa “Vailate”; o acervo conhece a rua como Carolina Vailatti.\]
Século XXI
2000 – 2009
2000
- Criado o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Litoral Catarinense e Região da fusão de dois sindicatos: Sindicato do Comércio varejista de Derivados de Petróleo de Balneário Camboriú e Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis de Itajaí.
2001
- Falece Moacir Bonanomi.
2003
- Lei Complementar nº 24, promulgada pela vice-presidente da Câmara por decurso do prazo de sanção [divergência: o fecho do articulado traz 08 de novembro de 2002, e o fecho após as tabelas, 17 de novembro de 2003], dispõe sobre ruídos urbanos e fixa limites de decibéis por zona de uso; é revogada no mesmo ano pela Lei Complementar nº 31.
2005
- O Decreto nº 7.416 fixa em 2% a receita anual de impostos do Município revertida em bolsas de estudo a universitários carentes na Univali, institui comissão avaliadora e revoga o Decreto nº 5.606, de 1998.
2010 – 2019
2016
- Liane dos Santos lança o livro “A florista volta ao Edem” no Bar ZéPelin – Saco da Fazenda – Itajaí.
2020 – 2029
2020
- O Decreto nº 11859 regulamenta a Lei nº 7101 e fixa, em 260 artigos, as normas da inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal em Itajaí, revogando o Decreto nº 8358, de 2007. Ver Serviço de Inspeção Municipal de Itajaí.
2025
- Abertura das inscrições de projetos da Lei de Incentivo à Cultura.