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10 de outubro

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Século XIX

1836

  • Ocorreu eleição no Município de Porto Belo, em dois turnos (um em Itajaí e outro em Porto Belo). O capitão José da Silva Mafra é o mais votado e fica como presidente da Câmara.

1870

  • O Rio Itajaí-Açu tem um pico de cheia de 10 metros na cidade de Blumenau, causando muitos transtornos também no Município de Itajaí.

1882

  • O inspetor da higiene pública da Província de SC, Duarte Piranhas Schutel, envia correspondência à Câmara de Itajaí dando orientações sobre procedimentos para combater a epidemia de varíola que está prejudicando a população local.

Século XX

1900 – 1949

1920

1923

  • Nasce, em Itajaí, Eloy Reinert, comerciante e político. Vereador do Município de Balneário Camboriú no ano de 1967, foi presidente da Câmara em 1968/69.
  • Nasce Lídia Maria, irmã superiora do Ginásio São José.

1925

  • Falece Angelo Rodi, industrial e comerciante. Italiano de nascimento, veio para o Brasil ainda na infância. O Morro da Cruz, antes de 1920, recebia o nome de Morro do Rodi por ser de sua propriedade.

1926

  • A Associação de Nossa Senhora do Parto promove festa em honra da padroeira. Mordomas das novenas: Eugenia Bella Cruz, P. Vieira, Rosa Dias, Emilia Amaral Pereira, Rosa Pereira Schmidt, Elisabeth Konder Reis.

1946

1950 – 1969

1951

  • O engenheiro Thiers de Lemos Fleming, engenheiro-chefe do 17º distrito de Portos, Rios e Canais Em Santa Catarina, desmente a imprensa catarinense sobre um iminente desmoronamento dos molhes da barra de Itajaí.

1952

  • Eleita nova diretoria do Sindicato dos Conferentes de Itajaí. Presidente: Marciel Ricardo Pereira. Diretores: Pedro Correia da Silva, Lidio Kormam, Afonso Garcia, Nelson Kormamm, Manoel Lamim, João Ricardo Pereira, Francisco Regis, Ernesto J. de Souza, Lazaro de Oliveira, Valdevino V. Cordeiro, Joel Fernandes.

1961

1962

1968

  • O prefeito Carlos de Paula Seára sanciona a Lei nº 890, que revoga a Lei nº 397, de 18 de dezembro de 1961, a primeira a denominar o Bairro Dom Bosco. Dezesseis dias antes a Lei nº 888 já criara o bairro com outro território, e a revogação veio desfazer a superposição das duas delimitações. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 383, de 2021.

1969

1970 – 1979

1970

1979

1980 – 1989

1983

  • Início da I Semana da Comunidade promovida pelo Colégio Salesiano de Itajaí [10 a 15].

1984

  • Inauguração do setor de odontologia do Inamps na Rua Felipe Schmidt – Centro.
  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2125, a lei da enchente de agosto de 1984, que transforma 3.158,00 m² de bem de uso comum do povo em bem do patrimônio disponível do Município. O parágrafo único do art. 1º diz o que são esses metros: “as RUAS DE Nº 17, ATUAL JOÃO N. MARTINS, 18, ATUAL MANOEL G. MIRANDA, TRAVESSA E PRAÇA, todas localizadas no LOTEAMENTO CURT HERING, Bairro de NOVA BRASÍLIA” – duas ruas já batizadas, uma travessa e uma praça. O art. 2º as considera “DESAFETADAS de sua destinação especial”; o art. 3º autoriza aliená-las “pelo processo de INVESTIDURA, a SERPA COM. E IND. DE PESCADOS LTDA., pelo valor de Cr$ 10.000.000,00, conforme Laudo de Avaliação”; e o art. 4º carimba o dinheiro: “O valor proveniente da alienação de que se trata, será aplicado INTEIRAMENTE EM OBRAS DE RESTAURAÇÃO NECESSÁRIAS NO BAIRRO DE NOVA BRASÍLIA, VIOLENTAMENTE ATINGIDO PELAS ENCHENTES OCORRIDAS EM AGOSTO P.P.“
  • A Lei nº 2125 é o documento municipal da cheia de agosto de 1984 que o acervo guarda. A tabela de enchentes do Rio Itajaí registra para aquele ano uma única cota, 15,46 m em 8 de agosto – a maior de toda a série do acervo desde os 16,90 m de 1911, superior aos 15,34 m de 9 de julho de 1983 que haviam encabeçado o ano anterior. A lei não traz cota, data precisa nem número de atingidos: fala em “enchentes”, no plural, “ocorridas em agosto p.p.”, e nomeia um bairro só. O acervo não conhece outro ato de 1984 que descreva o estrago, e o único que volta ao assunto é o Decreto Legislativo nº 69, de 21 de novembro, que homologa convênio para repor material pedagógico “em Creches atingidas pelas enchentes”.
  • A investidura é a figura pela qual o Município aliena, sem licitação e diretamente ao proprietário lindeiro, área pública que sozinha não se aproveita – remanescente de traçado, sobra de esquina, faixa estreita -, e o acervo já a registrara em Itajaí na Lei nº 2014, de 29 de outubro de 1982, que vendeu 98,06 m² de sobra de esquina na Rua Indaial ao vizinho confinante. Aqui, porém, o objeto não é uma sobra: são duas ruas denominadas, uma travessa e uma praça, retiradas do uso comum por lei para que possam ser vendidas. Para reconstruir o bairro, o Município vende o próprio espaço público do bairro – e o comprador é uma indústria de pescados, ramo que fazia a economia da cidade. O acervo não guarda registro da Serpa Com. e Ind. de Pescados Ltda., nem o Laudo de Avaliação a que o art. 3º se refere, de modo que não se sabe como se chegou aos Cr$ 10.000.000,00 nem se as obras de restauração foram executadas.
  • Onze meses antes da Lei nº 2125, a Lei nº 2071, de 18 de novembro de 1983, autorizara vender por valor simbólico 59 lotes a flagelados no Jardim Votorantim V, no Bairro Cordeiros – o Município convertendo patrimônio fundiário próprio em reassentamento. A Lei nº 2125 faz o movimento contrário: transfere área pública a um particular para financiar a obra. As duas são a mesma política vista de dois lados, e entre elas está a Comissão Extraordinária de Reconstrução do Município de Itajaí, criada pela Lei nº 2061, de 6 de setembro de 1983.
  • As duas ruas vendidas pela Lei nº 2125 são de 1973: a Lei nº 1215, de 23 de janeiro de 1973, do prefeito Júlio César, denominou as ruas da Barra do Rio e arrolou nove travessas “de rio a rio”, entre elas João Martins e Manoel G. Miranda – os dois nomes que a Lei nº 2125 dá como denominação atual das ruas de nº 17 e 18 do Loteamento Curt Hering. Onze anos separam o batismo da desafetação. A João Manoel Martins reaparece como travessa em registro posterior do acervo, com sede de entidade no nº 37, em Nova Brasília, de modo que a via sobreviveu à venda ao menos em parte do traçado; a lei não diz se o que se alienou foi a rua inteira ou o remanescente dela, e os 3.158,00 m² do art. 1º cobrem os quatro logradouros somados, sem discriminação.
  • Divergência: a lei situa o Loteamento Curt Hering no Bairro de Nova Brasília; o verbete Parques Municipais situa o “Loteamento denominado Jardim Curt Hering” na Barra do Rio, onde o Município construiu o Parque Infantil Laura Amaral Schmitt, e a Lei nº 1215, de 1973, batizou as duas ruas como travessas da Barra do Rio. As localidades são contíguas e o nome do loteamento aparece nas fontes com e sem o “Jardim”, de sorte que não é possível dizer se são o mesmo loteamento sob duas designações de bairro ou dois arruamentos distintos. O nome tem origem conhecida: Curt Hering figura entre os fundadores da Fábrica de Papel Itajahy, de 1913, empresa que o acervo registra como criadora dos loteamentos Tiradentes e Nova Brasília, na Barra do Rio.

1987

1990 – 1999

1990

1993

1997

  • O navio “CSAV Rio de Janeiro” tem suas cordas arrebentadas devido ação das fortes correntezas do Rio Itajaí indo parar próximo aos trapiches da Avenida República Argentina. Também encontrados registros de que o navio arrebentou as amarras de atracação no terminal portuário de Itajaí e foi parar próximo ao ferry-boat.

1999

Século XXI

2000 – 2009

2001

2003

  • Decreto nº 6912 aprova o loteamento “Jardim Residencial Baumgartner”, no Bairro Murta, de propriedade de Raul Alfredo Baumgartner. Ver Obras e desapropriações.
  • Lei nº 3987 remite os créditos tributários municipais lançados de ofício, declarados ou devidos por estimativa até o exercício de 2000, de valor não superior a R$ 240,00 por contribuinte. Ver Código Tributário do Município.
  • Lei nº 3988 autoriza o Executivo a permutar área de 196,08 m², de propriedade do Município, à Rua Luiz Lopes Gonzaga, Bairro São Vicente, por área de 14,67 m² de propriedade de Stefano Fronza. Ver Patrimônio fundiário do Município.
  • Lei nº 3989 autoriza o Executivo a desenvolver ações para a construção de unidades habitacionais pelo Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social – P.S.H., mediante convênio com a Caixa Econômica Federal. Ver Fundo Municipal de Habitação Popular.

2010 – 2019

2011

  • O Decreto nº 9516 abre crédito de R$ 99.999,00 no Fundo Municipal de Turismo para a limpeza e conservação da 25ª Marejada. Saiba mais em Marejada.

2012

2013

2017

2020 – 2029

2023

2024

2025

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