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02 de junho

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Século XIX

1888

Século XX

1900 – 1949

1902

1904

1906

1912

1928

  • Ocorre grande temporal com prejuízos na lavoura de toda a região.

1935

1937

1950 – 1969

1953

  • Diversos conselheiros municipais discursam em repúdio a atos arbitrários cometidos na cidade pelo capitão-tenente da Delegacia dos Portos do Estado de Santa Catarina em Itajaí.

1956

1960

1961

  • Fundação da Revendedores Promenac S/A, revendedora da linha DKW – VEMAG, na Rua Hercílio Luz. A montadora foi incorporada à Volkswagen em 1967 e a Promenac passou automaticamente a revendedora da linha Volkswagen. Era a segunda autorizada porque já existia a FUCAR – Comércio e Representações, incorporada pela Promenac em 1971.

1962

1963

1967

  • Lei nº 786, sancionada pelo prefeito Carlos de Paula Seára, que denomina Rua Marciano Marqueti a 3ª via pública do Loteamento Muller, no Bairro Fazenda. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022.
  • Lei nº 787, que denomina Rua Lúcio Corrêa Mendonça a 2ª via pública do Loteamento Muller, no Bairro Fazenda. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022. Com a Lei nº 782, de 31 de maio, que batizara a 1ª via de Rua Amaro Jaques, fecham as três primeiras ruas do loteamento aberto em 1959 pelos herdeiros da chácara da Fazenda – vias que a lei ainda designava por número, não tendo nome nenhum.
  • Lei nº 788, que denomina Rua Carolina Vailati a via pública que começa na Rua Indaial e termina na Rua Silva, “conhecida como Beco do Asilo“. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022. Confere com os Nomes antigos de ruas: “ASILO – Beco do Asilo – Rua Carolina Vailati”.
  • Lei nº 789, que denomina Rua João Maria da Veiga a rua que começa na Rua Alfredo Eicke com saída na Rua Albino Gugelmin, “passando do lado da madeireira Célio Moreira”. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022. É a mesma quadra onde a Lei nº 1067, de 16 de dezembro de 1970, abriria a Rua Oscar Strobel, descrita como paralela a esta. Não confundir com a Rua José Maria da Veiga, criada pela Lei nº 872, de 1968, em outro ponto da cidade.

1969

  • O GESI se filia à LID.

1970 – 1979

1970

  • Falece o desportista José Agripino Corbetta, um dos remadores que promoveram a travessia Itajaí – Florianópolis – a bordo da iole “Yara” – no dia 27 de setembro de 1922.

1972

  • Chegam as primeiras famílias de origem japonesa para formar a Agrovila Rio Novo, conhecida popularmente como Colônia Japonesa, especializada na produção de hortifrutigranjeiros. Também encontrados registros do núcleo sob o nome de Núcleo de Horticultura Rio Novo. Neste dia é promovido, na Câmara de Vereadores de Itajaí, o sorteio dos lotes.

1980 – 1989

1981

  • O prefeito Amilcar Gazaniga assina o Decreto nº 2421, que institui o Programa Patrulha do Verde no âmbito das escolas municipais, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social. Cada patrulha reunia dez crianças de 7 a 15 anos, “sem distinção de sexo, raça, cor e nacionalidade”, com autorização escrita dos pais e um coordenador que “de preferência será um professor da própria escola”. Aos patrulheiros cabia zelar pela limpeza e conservação das áreas verdes de sua região e pelas árvores, arbustos, flores e canteiros do recinto escolar – o art. 2º fala em “conservação, manutenção e plantio de toda e qualquer espécie de flora” no imóvel da escola “bem como nas suas adjacências”. O coordenador ficava encarregado de conseguir cursos de jardinagem e plantio junto à Comissão Municipal de Meio Ambiente, e o art. 9º autorizava a patrulha a angariar fundos para seu programa de trabalho, com anuência do coordenador. O art. 10 institui o dia 1º de junho como Dia do Patrulheiro do Verde, e as escolas tinham sessenta dias para organizar as patrulhas. O programa é a execução do art. 12 do PROMAN, de 1979, que já determinava a inclusão da preservação do meio ambiente nos currículos das escolas da Prefeitura. O decreto chama o colegiado de “Comissão Municipal de Meio Ambiente”, enquanto o PROMAN e a estrutura administrativa de 1980 o nomeiam Comissão Municipal de Preservação do Meio Ambiente.

1982

  • Aberta ao público a Casa da Cultura de Itajaí abrigada no prédio restaurado da antiga sede do Grupo Escolar Victor Meirelles. No ano de 1989 a casa passou a ser chamada oficialmente de “Casa da Cultura Dide Brandão“.
  • O prefeito Nilton Kucker sanciona a Lei nº 1964, que autoriza o Poder Executivo a firmar convênio com o Governo do Estado de Santa Catarina, através do Departamento de Estradas de Rodagem (Secretaria dos Transportes e Obras), “objetivando a execução dos serviços de terraplanagem do acesso à Ponte do Rio Conceição (Ponto dos Werner)“. A obra autorizada não é a ponte: é o acesso a ela, e só a terraplanagem. É o primeiro dos dois convênios rodoviários que Kucker assina em junho de 1982, seu primeiro mês inteiro à frente da Prefeitura – o outro é a Lei nº 1972, de 28 de junho, para a estrada de São Roque à BR-101 -, e o interlocutor é o mesmo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado junto ao qual o Departamento Municipal de Estradas de Rodagem devia rever o Plano Rodoviário Municipal “ao menos de cinco em cinco anos” desde 1949.
  • O acervo situa o Rio Conceição – também grafado Ribeirão Conceição – do lado de Carvalho e Canhanduba, na bacia do Rio Itajaí-Mirim: foi na sua desembocadura, “atual Canhanduba”, que Agostinho Alves Ramos manteve olaria antes de 1849, e foi no Morro da Araponga, no Carvalho, que a Cobrazil construiu a Estação de Tratamento de Água do Rio Conceição. Há ainda uma “Localidade de Rio Conceição” registrada no Rio do Meio, sede da Escola Municipal Benta Rosa Mafra. “Ponto dos Werner” não aparece em nenhum outro registro do acervo e é, com toda a probabilidade, Porto dos Werner – reproduz-se aqui a grafia da fonte, sem correção. O sobrenome é da região: em 20 de novembro de 1970 Arlindo Werner, filho do ex-prefeito Alberto Werner, e Ivana Werner morreram afogados nas águas do Rio Conceição, e o acervo registra no Carvalho a Ponte Pênsil Vendramínio Lázaro Werner, sobre o ribeirão Canhanduba, na Rua Erna Hoier Corrêa. Nada nos documentos permite dizer se é esta a ponte de que trata a lei.
  • A Lei nº 1965, do mesmo dia, autoriza a doação de imóvel de 411,68 m² na Rua José Gall, do patrimônio Municipal, ao Senhor Amadeu Liberato da Silva. O art. 2º diz para que serve: “A doação … servirá como indenização das benfeitorias pertencentes ao Sr. Amadeu Liberato da Silva, localizada em imóvel pertencente ao Patrimônio Municipal, e que serviu para a ABERTURA DA AV. DAS PALMEIRAS“. É indenização de benfeitorias paga em terreno, e não em dinheiro: o Município abriu a avenida sobre área sua ocupada por benfeitorias alheias e liquidou a conta doando outro lote. A Av. das Palmeiras não figura entre as leis de denominação de logradouro que o acervo guarda, e por muito tempo entrou aqui como nome sem ato – mas a dúvida fecha por fora: a Lei nº 2399, de 1º de setembro de 1988, que manda escriturar esta mesma doação, escreve a equivalência por extenso, “Rua José Siqueira, antiga Av. das Palmeiras“. A avenida existiu e é a via que hoje leva o nome de José Siqueira – a “Avenida Número 01” do Loteamento Jardim das Palmeiras, aberto na década de 1970 na Ressacada, em terras dos herdeiros de José Gall, a mesma família que dá nome à rua onde fica o terreno doado, continuação da Rua Brusque em direção à colônia. Ver Rua José Siqueira.
  • A Lei nº 2399, de 1º de setembro de 1988, autoriza outorgar a escritura pública definitiva da doação de 411,68 m² na Rua José Gall que a Lei nº 1965, de 2 de junho de 1982, fizera ao Sr. Amadeu Liberato da Silva – mesma área, mesmo chão, e invocando expressamente “a Lei Municipal nº 1.965 de 02 de junho de 1982” -, mas em nome de Helmuth Mech, e não do Amadeu Liberato da Silva que a lei de 1982 nomeia. Metragem, fundamento legal e localização coincidem; o donatário, não. Ou o direito mudou de mãos nos seis anos e três meses que separam os dois atos – por cessão, herança ou venda que o acervo não guarda -, ou um dos dois documentos erra o nome. Nenhum papel da coleção decide, e as duas leituras ficam anotadas. Ver patrimônio fundiário do Município.
  • O fecho da Lei nº 1965 traz duas anomalias. O cabeçalho data a lei de 02 de junho de 1982 e o fecho, de “PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJAÍ, 02 DE JULHO DE 1982” – um mês de diferença dentro do mesmo documento, sem que nada no texto diga qual das duas datas vale. E a assinatura sai grafada “NILTOM KUCKER”, com M final, oscilação de transcrição que o Leis.org repete em outros atos do mesmo prefeito. É também o primeiro documento em que o acervo lê o secretariado de Kucker: referendam a lei Carlos Roberto Seára, Secretário de Administração e Negócios Jurídicos – o servidor que entrara como escriturário na Prefeitura em maio de 1959 e percorrera as chefias de Pessoal, Administração e Jurídico até a pasta -, e Dalmo Vieira Filho, Secretário de Desenvolvimento Urbano, nome que o acervo torna a encontrar em 1989 como o do arquiteto diretor regional da SPHAN que liberou recurso para a cobertura provisória do Casarão Malburg – os documentos não dizem expressamente que se trata da mesma pessoa. As duas pastas figuram com esses exatos nomes na estrutura administrativa que a Lei nº 1980, de 9 de julho de 1982, reescreveria cinco semanas depois, mantendo os nomes que já vinham da Lei nº 1777, de 1980.

1984

  • Encerra suas atividades o “Bar do Tota”, funcionando ao longo de 45 anos na esquina das ruas Silva com Tijucas.

1985

  • Lançada a pedra fundamental da creche da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes – Bairro Fazenda.

1986

  • O estaleiro Ebrasa entrega o barco “Ana Beatriz” à empresa Bratech Marítima Ltda.

1987

  • A Câmara de Vereadores, sob a presidência de Tibério Testoni, promulga o Decreto Legislativo nº 93, cuja ementa diz apenas “RATIFICA TERMO DE CONVÊNIO“. É o primeiro ato legislativo de 1987 que o acervo registra, e o objeto não está declarado: não se sabe com quem o Município convencionou nem para quê. A fórmula muda não é novidade da Casa – o Decreto Legislativo nº 82, de 13 de fevereiro de 1986, ratificara convênio com a Femepe também sem dizer o objeto, e o nº 96, de 9 de setembro de 1987, repetiria o silêncio com a mesma empresa. Testoni sucede na presidência Ademir Manoel Furtado, que presidira 1985 e 1986, na mesma legislatura instalada em 1º de fevereiro de 1983 – a terceira Mesa de uma legislatura que o Executivo atravessa inteira com Arnaldo Schmitt Júnior.

1989

1990 – 1999

1992

1993

  • A Lei nº 2804, do prefeito em exercício Érico Laurentino Sobrinho, dá nova redação ao art. 4º da Lei nº 2679, de 1991, e derruba a vedação absoluta de transferência dos espaços do Centro de Abastecimento Paulo Bauer: o cessionário impossibilitado de cumprir o prazo passa a poder indicar sucessor, sujeito à aprovação do Executivo, e o novo cessionário paga Taxa de Transferência de 1.000 UFIRs por cada 17 m² de área do espaço transferido. Recusada a indicação, o espaço vai a licitação.

1995

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior recebe das mãos do ministro dos transportes, Odacyr Klein, cópia do convênio transferindo a administração do Porto de Itajaí para o Município.
  • O Decreto nº 5271 declara de utilidade pública 2.154,85 m² de Alfredo Protásio Wippel, na avenida Itaipava, “destinada à ampliação do Cemitério de Itaipava” – primeira notícia documental desse cemitério no acervo.

1998

Século XXI

2000 – 2009

2000

2005

2010 – 2019

2010

  • O Decreto nº 9133 cria a Unidade Executora do Programa de Desenvolvimento e Mobilidade Urbana “Viva Cidade”, vinculada ao Gabinete do Prefeito, após o contrato de 28 de abril de 2010 com o Banco Interamericano de Desenvolvimento. Ver Obras e desapropriações.

2014

2015

2020 – 2029

2025

  • O Decreto nº 13640 cria a Comissão Mista de Planejamento e Fiscalização para Contenção de Assentamentos Irregulares em Áreas Públicas e Privadas, com mandato de três anos. Ver Fundo Municipal de Habitação Popular.
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