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01 de junho

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Século XIX

1836

Século XX

1900 – 1949

1906

  • A municipalidade publica nos jornais locais a proibição de retirada de areia da praia entre o Hotel Brazil e o Ribeirão da Fazenda.

1909

  • Nasce em Florianópolis Abdon Fóes, vindo para Itajaí aos seis anos de idade.

1918

  • A Comissão Demarcadora dos Limites Entre os Estados de Santa Catarina e Paraná, nomeada pelo presidente da República Wenceslau Braz, instala-se no Município de Porto União, contando com a presença do major-engenheiro Gustavo Lebon Régis.

1919

1922

1928

  • Aberta a linha postal diária entre Blumenau-Itajaí-Tijucas-Florianópolis.

1929

1931

1942

1947

  • O jornal do Povo anuncia a instalação junto ao prédio da Delegacia Regional de Polícia a filial do Instituto de identificação e Médico-Legal com dois funcionários: Rodolfo Borba e Maria Maia.

1948

  • Lei Ordinária nº 23 autoriza a criação de feiras livres em locais designados pela Prefeitura.
  • O prefeito Arno Bauer sanciona a Lei nº 24, que isenta a Comunidade Evangélica de Itajaí do pagamento da contribuição pró-calçamento da Rua João Pessoa, em frente aos terrenos da comunidade.
  • Inauguração da Escola de Música da Banda Guarani tendo na sua direção o maestro Orlando Campi.

1949

  • Instalada a sede local do IAPI – Instituto de Assistência Privada de Itajaí.

1950 – 1969

1953

1957

1958

1961

1962

  • Falece Domingos Braga, fundador da Associação dos Choferes Profissionais e Amadores de Itajaí.

1963

  • Anunciada a eleição da nova diretoria do Cabeçudas Iate Clube. Comodoro: Ingo Renaux. Diretores: Ourival Cesário Pereira, Ary Garcia, Paulo Bauer, Olivio Faustino Nascimento, José Schaefer, Carlos Cid Renaux, Werner Heineberg, Erico Buckmann.
  • Início das atividades da PIBI – Primeira Igreja Batista de Itajaí.

1964

  • Eleita nova diretoria do Moto Clube de Itajaí. Presidente: Genésio Waltrick. Diretores: Antonio M. de Souza, Manoel Antonio Cabral, Luiz João Lucas, José Gervásio Paulo, Erico Winter, Arnaldo Nascimento, Orlando S. Lima, Vicente Zarrilli, João C. Mendonça, Wilfredo Corrêa, Humberto T. da Silva, Hélio Sérgio Mendonça.

1970 – 1979

1971

1973

1974

1976

1980 – 1989

1981

1982

  • Assume o cargo de gerente do Senac em Itajaí Augusto Joaquim Berstorff (até 1996).
  • A Lei nº 1963, da gestão de Nilton Kucker, autoriza a abertura de crédito especial. Dela só se conhece a ementa: a base do Leis.org oferece apenas o PDF digitalizado do original, que não foi possível ler, e não se sabe o valor, a dotação nem a despesa atendida. A numeração da série sai da ordem justamente aqui: a Lei nº 1962, de número menor, só seria assinada em 19 de junho, dezoito dias depois desta.

1984

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2108, que o autoriza a contrair empréstimo de Cr$ 150.000.000,00 “com instituições financeiras locais, nas condições comuns em operações desta natureza”. O parágrafo único do art. 1º põe no texto legal a taxa que define o ano: a operação “deverá ser totalmente quitada pela Prefeitura em 12 (doze) meses, com taxa de juros igual ou inferior a 8,22% ao mês“. Capitalizados os doze meses do prazo, 8,22% ao mês equivalem a 158,04% ao ano – (1,0822)¹² = 2,58 -, isto é, o Município se autorizava a pagar, em um ano, mais do que o principal em juros. A lei fixa um teto, e não a taxa efetivamente contratada: o acervo não guarda o contrato, não sabe qual instituição emprestou nem a que taxa a operação se fechou, e o “instituições financeiras locais” do art. 1º é a única identificação do credor.
  • A comparação com o crédito de dois anos antes mede o que a inflação fizera com o custo do dinheiro em Itajaí. Em 1982 o Município tomara Cr$ 60.000.000,00 da EBTU e do BIRD pela Lei nº 1983, de 11 de agosto, e Cr$ 54.160.000,00 das mesmas instituições através do BADESC pela Lei nº 2012, de 29 de outubro, ambos para o PROPAV – a 9,6% ao ano, com três anos de carência e quinze de amortização. Em 1984 o teto é de 8,22% ao mês e o prazo inteiro é de doze meses. Dinheiro multilateral a juro anual de um dígito e dezoito anos de fôlego, de um lado; praça local, um ano de prazo e juro mensal quase igual ao juro anual de 1982, de outro. Em 1983, segundo Finanças do Município, no exercício de 1983, o acervo não registra nenhuma operação de crédito nova: esta lei é a volta do Município ao mercado, e ele volta pela porta cara.
  • O art. 2º dá ao empréstimo destino duplo e heterogêneo: o produto “será aplicado no asfaltamento das ruas Heitor Liberato e Alfredo Eike e na aquisição de tratores e implementos agrícolas“. A Heitor Liberato não é rua qualquer: é o prolongamento da Rua Silva a partir da confluência com a Rua Tijucas e o eixo que as listas de escolas municipais adotam como limite entre a zona norte e a zona sul da cidade. Seu prolongamento até a BR-101 tem no acervo história de obra adiada – em 31 de julho de 1970 os Decretos nºs 508, 509 e 510 declararam de utilidade pública uma faixa contínua de 2.538 metros ao longo do seu eixo, e no mesmo ano a Lei nº 1057 cancelou Cr$ 24.250,00 da dotação do “acesso a Br 101 pelo prolongamento da Rua Heitor Liberato”. Quatorze anos depois, o asfalto da via entra num empréstimo a 8,22% ao mês.
  • Da Rua Alfredo Eike o acervo não guarda registro: nenhuma lei de denominação, nenhum bairro, nenhuma outra menção. O nome aparece uma única vez em todo o acervo, e como pessoa – Alfredo Eike consta da relação de sócios da Sociedade dos Atiradores de Itajahy -, sem que nada nos documentos ligue o homem à via. Não se sabe onde ficava a rua que este empréstimo pavimentou.
  • Os tratores e implementos agrícolas fecham outro arco. Em 3 de dezembro de 1981 a Lei nº 1922 autorizara a Prefeitura a leiloar a frota velha, e nela iam justamente um trator D4D Caterpillar de 1965, dois distribuidores de calcário e um pulverizador – o serviço rural do Município, que a legislação da época não documenta em outro lugar. Três anos depois o mesmo serviço volta ao orçamento pela via do crédito: o que em 1981 saíra em leilão, em 1984 se recompra com dinheiro tomado a juro mensal de dois dígitos. Que asfalto urbano e maquinário agrícola dividam um só empréstimo diz do que era possível financiar em 1984 – não uma obra, mas um pacote.
  • Em 1º de junho de 1984, mesmo dia da Lei nº 2108, a Câmara de Vereadores, sob a presidência do vereador Nazareno da Silva Medeiros, promulga quatro decretos legislativos de uma vez – os nº 61/84, 62/84, 63/84 e 64/84 -, todos de homologação de termo de convênio firmado pelo Executivo. O nº 61/84 homologa convênio com a Equipesca do Sul – Equipamentos de Pescas S/A; o nº 62/84, com a Equipesca – Indústria e Comércio de Pescados S/A. Os nomes são quase iguais e os objetos sociais não são: uma fabrica equipamento de pesca, a outra industrializa e comercia pescado. Da primeira o acervo guarda duas edificações – uma de 1969, na Estrada Itajaí-Blumenau, e outra de 1975, na Avenida Reinaldo Schmithausen -, e a sigla EQUIPESCA figura na lista de Siglas históricas como “Equipesca do Sul – Equipamentos de Pesca S.A.”; da segunda, nada.
  • O nº 63/84 homologa convênio com o Governo de Santa Catarina, pela Secretaria da Educação, “que objetivou a execução conjunta do Programa Nacional de Alimentação Escolar – MPNAE \[sic\], neste Município” – a merenda escolar, atribuição que o Decreto nº 771, de 25 de julho de 1971, dera ao Setor de Orientação Pedagógica e Educativa do Departamento de Educação e que a estrutura administrativa de 1982 pusera entre os encargos da Secretaria de Desenvolvimento Social, junto com instalar e manter estabelecimentos de ensino. A sigla do programa vem trocada no próprio texto do decreto: PNAE é a forma corrente, e o “M” inicial não corresponde a nada que os documentos expliquem. O nº 64/84 homologa convênio com a Giorama Comércio de Tecidos e Confecções Ltda.
  • Nenhum dos quatro convênios homologados em 1º de junho de 1984 pelos Decretos Legislativos nº 61/84 a nº 64/84 é conhecido em seu conteúdo. Os anexos com as cláusulas não foram publicados – a fonte anota apenas que “encontram-se disponíveis, ainda, no Paço Municipal” -, de modo que se sabe com quem o Município contratou e não se sabe o que contratou: nem objeto, nem valor, nem prazo, nem contrapartida. Do convênio da merenda escolar, o único dos quatro cujo objeto a ementa nomeia, não se conhece quantas escolas alcançava nem quanto o Estado repassava. É a mesma nota que acompanha os anexos não publicados das leis de estrutura administrativa de 1982 e 1983 e o Anexo I da Lei nº 2083.
  • Os quatro decretos legislativos de 1º de junho de 1984 – nº 61/84 a nº 64/84 – medem uma mudança de instrumento na Câmara. Em 1982 a Casa homologava convênio por resolução – as nº 163, 164, 167 e 168 daquele ano -, e reservava o decreto legislativo para matéria de maior porte: os nº 58/82 e 59/82, de 16 de agosto, fixaram a remuneração do prefeito, do vice e dos vereadores da legislatura seguinte, e foram os dois únicos do ano. Em 1983 o acervo não registra decreto legislativo nenhum. Em 1984 são dez, e a maioria homologa convênio do Executivo. Ver Câmara de Vereadores de Itajaí.

1985

1988

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2380, que autoriza adquirir os lotes 105 e 106 do Jardim Rio Bonito II, no Bairro São Vicente, de propriedade da Distribuidora de Madeiras Tarumã Ltda., “destinado à construção de um Posto de Saúde“, com pagamento à vista.
  • A Distribuidora de Madeiras Tarumã Ltda., vendedora dos lotes do posto de saúde pela Lei nº 2380, e o Jardim Rio Bonito II não eram novos no acervo. Foi da mesma empresa que a Lei nº 2209, de 29 de novembro de 1986, mandara comprar até 120.000 m² com recursos repassados pelo DNOS, gleba com frente para a “Avenida Arterial EW-03 do Jardim Rio Bonito II“, para implantar o núcleo habitacional dos ex-posseiros retirados das margens do rio – ver Remoção das casas das margens do Rio Itajaí-Mirim. Dois anos depois, o Município volta ao mesmo loteamento e à mesma madeireira para comprar os lotes do posto de saúde: o bairro que recebeu os removidos recebe agora o equipamento de saúde.
  • A Lei nº 2380 é o primeiro dos três atos que fazem de 1988 o ano da saúde municipal: financia o posto de saúde do Jardim Rio Bonito II em junho; em 1º de setembro a Lei nº 2398 cria o Fundo Municipal de Saúde, com o art. 5º autorizando aditivos ao Termo de Adesão ao Convênio SUDS-SC/87; e em 19 de dezembro a Lei nº 2429 dá à saúde secretaria própria, desmembrada do Bem-Estar Social, com o encargo expresso de administrar aquele fundo. A obra de tijolo antecede em três meses o fundo e em seis a pasta.
  • Anunciada a reeleição de Lourival Hélio Petter [Balú] na presidência da Sociedade Recreativa e Cultural da Vila.

1989

  • O Movimento Comunitário Pró-Restauração do Casarão Malburg que lidera o movimento “SOS Casarão Malburg” protocolou junto à SPHAN, Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o pedido para que o imóvel seja tombado como patrimônio histórico e arquitetônico nacional. A primeira reunião do grupo foi realizada no dia 31 de maio. No dia 15 de junho foi enviada uma carta-aberta à Secretaria da Receita Federal para que se manifestasse sobre o assunto. A 06 de julho, após duas visitas a Itajaí, o diretor regional do SPHAN, arquiteto Dalmo Vieira Filho, liberou recurso para cobertura provisória do casarão.

1990 – 1999

1990

  • Inauguração da Biblioteca Central da Univali.

1998

Século XXI

2000 – 2009

2001

  • Renúncia o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Litoral Catarinense e Região, Valdir de Oliveira, assumindo Algenor Barros Costa.
  • Lei nº 3618 denomina de rua “Jaime Pedro Alves” a via na localidade de Limoeiro, com início na via conhecida por Itajaí e término nas margens do Rio Itajaí-Mirim.

2005

  • Inicia a circulação do “Jornal da Alimentação”, do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação, tendo como editor o jornalista Paulo Camisotti.

2006

  • O prefeito Volnei José Morastoni assina a Lei nº 4.580, instituindo gratificação de 100% sobre o vencimento ao servidor designado para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU. Ver Saúde Pública – calendário histórico.
  • O prefeito Volnei José Morastoni assina a Lei nº 4.581, denominando Rua Egídia dos Santos Evaristo a servidão do Bairro Espinheiros com início na Rua Bruno Vicente da Luz. Ver Código dos Logradouros de Itajaí.
  • O prefeito Volnei José Morastoni assina a Lei nº 4.583, denominando Rua Padre Gilberto Mafra a servidão do Bairro Cidade Nova com início na Avenida Ministro Luiz Gallotti.
  • O prefeito Volnei José Morastoni assina a Lei nº 4.584, denominando Rua Diácono Antônio João Vicente a estrada conhecida por Rua da Figueira, no Bairro Cidade Nova.
  • O prefeito Volnei José Morastoni assina a Lei nº 4.585, denominando Rua Maria Ramos Cardozo a via do Bairro Barra do Rio com início na Rua Antônio José da Veiga.

2007

2010 – 2019

2010

2017

  • A Resolução nº 574 institui o SEMAPP/CVI/2017, Seminário Municipal de Agentes Públicos e Políticos, da Câmara de Vereadores com a Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa, com palestras de 7 de junho a 12 de julho. Ver Câmara de Vereadores de Itajaí.

2020 – 2029

2022

2025

  • Falece Rodrigo Kirck, arquiteto.
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