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27 de setembro

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Século XIX

1890

  • Realização da primeira eleição republicana. Lauro Muller é eleito deputado federal.

Século XX

1900 – 1949

1911

1921

1922

1930

  • Anunciada pela Assembleia Legislativa do Estado a criação do distrito de Ilhota, quarto distrito de Itajaí.
  • “O Pharol” anuncia que entrou em funcionamento na agência dos telégrafos de Itajahy um aparelho impresso Teletype com transmissão alusiva para Florianópolis. Somente dez estações brasileiras possuem o novo aparelho.

1931

  • Inicia circulação do jornal “Cine Itajahy”.

1942

1944

1949

1950 – 1969

1954

1956

  • O navio vapor “Carl Hoepcke” pega fogo em plena viagem no litoral de São Paulo (próximo ao Porto de Santos). Seis pessoas ficam feridas e duas desaparecidas. O navio teve perda total e deixou de operar. Ele era utilizado entre Itajaí e Rio de Janeiro principalmente pelas pessoas que tinham medo de voar e também pelo baixo custo da passagem.

1957

1958

  • O juiz eleitoral da comarca, Oswaldo Areas Horn e o escrivão Helio Mario Guerreiro divulga lista dos candidatos a vereador em Itajaí. UDN: Carlos Otaviano Seára, Mario Uriarte, Bento Guilherme Pereira, João Angelino Lopes Junior, Americo Meinicke, Milton Ribeiro da Luz, Eduardo Solon Cabral Canziani, Luiz Leôncio Buchele, Aldo Afonso Vieira, Mauro Antonio Schnaider, José Rodrigues de Araujo, Antoni José Peixer, José Marcelino dos Santos, Oduvaldo Magano Ramos, Ourival Cesario Pereira – Valinho Cesario, Atanagildo Pereira, Ivo Luiz Castro. PSD: José Medeiros Vieira, Almerindo Vitor de Freitas, Jaci Soares, Arno Cugnier, Carlos Afonso Seara, Eurico Krobel, Feliciano Galdino Dias, José Frederico da Silva, José Palmeira Neto, José Ubaldo Liberato, Nestor dos Santos, Nilton Kucker, Odilon Rebelo, Thiago José da Silva, David Russi. PTB: Aloysius Alexius Reiser, Antonio Aldo Coelho, Felix Foes, Jose Adil de Lima, Cyro de Freitas, Irineu Constantino Pereira, Oscar da Cunha Ribeiro, Oscar Martins da Silva, Vicente Filomeno. PSP: Genésio Waltrich, João Cruz, Gildo Batista, Manoel Pacifico dos Santos, Cid Gomes, Artur GFevaerd, Assis Brasil Tabalipa, Reinoldo Tillmann, Lauro José Pereira. PSD: João Kleis, Udo Vloch, Arnoldo Pereira, Genesio Rodrigues Pereira, Antonio Raymundo da Silva, Waldir Ramos, Bento Cesario de Aragão, José Pezzini, Ernesto Jorge Cugnier, João David dos Santos, José Bechtold, Orcely José Vanzuita, Jamil Cecilio Rebelo, Gentil Adelão de Souza.

1964

1966

  • A Câmara Municipal, sob a presidência em exercício do vereador José Palmeira Netto, promulga numa só sessão dez resoluções concedendo o Título de Cidadão Itajaiense: a de nº 39, ao Dr. Osmuldo Vieira; a de nº 40, ao ex-prefeito Abdon Fóes, “quer como Homem público, quer como homem de comércio e indústria”; a de nº 41, a Nilson Rodrigues de Figueiredo, gerente da agência do Banco do Brasil na cidade; a de nº 42, ao Delfim Mário Pádua Peixoto, “especialmente, como Promotor Público da Comarca” – o texto grafa “Delfin”; a de nº 43, ao Juvêncio Bastos Salles, diretor da própria Câmara, “pelo seu devotado amor a Pequena Pátria de Marcos Konder”; a de nº 44, ao professor Nestor César de Carvalho, pelos serviços prestados ao setor educacional; a de nº 45, ao padre Taicil Tavares, “principalmente no setor Rural”; a de nº 46, ao radialista Olindor Camargo, pelos serviços prestados “através da Radiofonia local”; a de nº 47, a Gabriel João Colares; e a de nº 48, ao ex-governador de Santa Catarina Celso Ramos. Assinam como secretários Milton Ribeiro da Luz e Bento Guilherme Pereira. Nove delas foram registradas no livro nº 2 de Resoluções e Portarias pelo próprio Juvêncio Bastos Salles; a que o homenageia foi registrada pelo auxiliar de Secretaria Mandez Ivo Salão.

1970 – 1979

1975

1977

  • O estaleiro Ebrasa realiza o batismo e lançamento do barco de pesquisa “Orion” construído para o Instituto de Coordenadoria e Pesquisa de Recursos Naturais da Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo. Na mesma oportunidade foi entregue o barco camaroneiro CSF-20 à uma empresa norte-americana.

1980 – 1989

1980

  • A convite da ACII esteve em Itajaí o diretor técnico da TV Edldorado de Criciúma, retransmissora da TV Bandeirantes de São Paulo, Evilásio Ramos Schmitz.
  • A Prefeitura de Itajaí anuncia o início da construção das casas do Núcleo Embrião, em São Vicente, visando abrigar os moradores do Matadouro.

1982

  • O prefeito Nilton Kucker sanciona a Lei nº 1996, cujo art. 1º, na redação original, diz: “Denomina-se de Rua NELSON AUGUSTO DA SILVA SCHIEFLER, a 5ª Transversal da Rua Carlos Roberto Mayer, localizada no 1º Distrito Industrial de Itajaí”. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022. É a única denominação de 1982 dentro do Primeiro Distrito Industrial, a área que a Lei nº 1030, de 1970, e depois a Lei nº 1088, de 1971, implantaram sobre as terras do antigo aeroporto municipal, entre a Barra do Rio e o Imaruí – e mostra que, doze anos depois de criado, o distrito ainda tinha vias identificadas por número de ordem, “a 5ª Transversal”, à espera de nome.
  • A Lei nº 3696, de 2002, deu nova redação ao art. 1º da Lei nº 1996, de 1982: “Denomina-se de NELSON AUGUSTO DE SOUZA SCHIEFLER a via pública sem saída, que tem o seu início na Rua Arnoldo Lopes Gonzaga, estando entre as ruas Newton Prado Baião e Henrique Pinotti, localizada no 1º Distrito Industrial, no lugar Imaruí”. Trocaram-se, no mesmo dispositivo e na mesma canetada, o nome do homenageado – “da Silva” virou “de Souza” – e a rua a que o nome se aplica: a 5ª transversal da Rua Carlos Roberto Mayer deu lugar a uma via sem saída que começa na Rua Arnoldo Lopes Gonzaga, entre a Newton Prado Baião e a Henrique Pinotti. Não é correção de grafia, é substituição de sujeito e de objeto ao mesmo tempo, e as três leituras possíveis se excluem: ou o homenageado de 1982 nunca teve rua e o seu nome foi transferido a outra pessoa, ou a 5ª transversal da Carlos Roberto Mayer ficou sem nome ao perdê-lo para outra via, ou eram desde sempre duas pessoas distintas e a lei de 2002 desfez uma confusão de identidade que o texto não confessa. Nenhum documento do acervo permite escolher entre as três.
  • O acervo acrescenta uma terceira grafia e um terceiro endereço: o verbete das escolas municipais da zona norte situa o Centro de Educação em Tempo Integral Ângela Dalçoquio de Souza “na Rua Nelson Augusto da Silva Schiefer, nº 175, Bairro Barra do Rio” – sem o “l” final do sobrenome, com o “da Silva” de 1982 e num bairro que não é o Imaruí da redação de 2002, ainda que o Primeiro Distrito Industrial se estenda justamente entre Barra do Rio e Imaruí, o que torna os dois endereços compatíveis no terreno e incompatíveis no papel. Schiefler é sobrenome antigo na cidade – o acervo guarda Theodoro A. S. Schiefler, morto em 31 de dezembro de 1945 -, mas nenhum registro identifica Nelson Augusto, nem na versão “da Silva” nem na “de Souza”. Também não constam do acervo as ruas Carlos Roberto Mayer, Arnoldo Lopes Gonzaga, Newton Prado Baião e Henrique Pinotti, que só existem nos dois textos desta lei; o sobrenome Lopes Gonzaga aparece uma única vez, em Luiz Lopes Gonzaga, chefe de setor de defesa em 1942, sem que nada o ligue ao Arnoldo da rua.

1983

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2063, que denomina rua Anastácio Antonio do Nascimento “a via pública com início a Rua da COHAB – PARQUE RESIDENCIAL NILSON LOURENÇO DOS SANTOS, sendo a 3ª quadra, após a entrada pelas Ruas Estefano José Vanolli e São Vicente, e seu término, com a Rua não denominada que margeia o RIO ITAJAÍ-MIRIM“. A descrição não usa letra de loteamento, como era praxe nas denominações da década: localiza a via por quadra e por confrontação, e fecha num logradouro que ainda não tinha nome.
  • A Lei nº 2063 é o primeiro documento do acervo a nomear o núcleo da Cohab em São Vicente num ato municipal. O acervo já registrava a obra: o Núcleo Habitacional Nilson Lourenço dos Santos, erguido pela Cohab no antigo Bambuzal – grande plantação de bambu da Fábrica de Papel Itajaí – “entre 1977 e 1982”, “um grande loteamento popular visando atender famílias de baixa renda”. Nilson Lourenço dos Santos morreu em 15 de julho de 1982, ainda no exercício do mandato de vereador, e no mesmo dia Nilton Kucker assinou o Decreto nº 2709, que decretou luto oficial e consignou nos considerandos que “o extinto exerceu, por duas vezes, as funções de Vereador junto à Câmara Municipal de Itajaí, tendo inclusive, exercido numa das legislaturas o cargo de Presidente da Câmara” – fórmula que abriu a controvérsia, ainda em aberto no acervo, sobre em qual legislatura ele presidiu a Casa. Pouco mais de um ano depois da morte, seu nome já batizava o conjunto de onde sai esta rua.
  • A Lei nº 2063 chama o lugar de Parque Residencial; o verbete do Bairro São Vicente e o do PROPAV o chamam Núcleo Habitacional; o verbete das escolas o situa no “Núcleo Residencial Ver. Nilson Lourenço dos Santos”; e as listas de praças o dão como Conjunto Habitacional. O acervo não registra ato que fixe a designação oficial, e as quatro convivem.
  • O núcleo ficara pronto em 1982, ano em que o Município tomou, pelas Leis nº 1983, de 11 de agosto, e nº 2012, de 29 de outubro, empréstimo junto à EBTU e ao BIRD para implantar o PROPAV – Programa de Pavimentação a Baixo Custo em Área de Baixa Renda – exatamente em Cordeiros, Murta e São Vicente. As casas vieram primeiro, o financiamento da pavimentação depois, e o nome das ruas por último. O acervo não diz quais vias de São Vicente foram pavimentadas com aquele recurso, nem se esta é uma delas.
  • O acervo identifica “ANASTÁCIO ANTÔNIO NASCIMENTO – Empresta seu nome para rua na localidade de São Vicente com o CEP 88309-025”, sem outra informação biográfica. A Lei nº 2063 escreve “Anastácio Antônio do Nascimento”, com a preposição que o registro do acervo não traz; a divergência não está resolvida. A denominação foi revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022, o Código dos Logradouros de Itajaí. Em 30 de novembro do mesmo ano de 1983 o Município voltaria ao núcleo para batizar mais cinco ruas.

1984

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2122, que o autoriza a firmar convênio com a L.B.A. – Legião Brasileira de Assistência. O art. 2º nomeia o que os convênios haveriam de atender: “Os Convênios a serem assinados visam atender os programas com o PROJETO CASULO, TRABALHO SOCIAL COM GRUPOS DE MÃES e TRABALHO SOCIAL COM GESTANTES“. São exatamente os três programas da Lei nº 2053, de 20 de junho de 1983, do mesmo prefeito, que os arrolara como “‘PROJETO CASULO’, TRABALHO SOCIAL EM GRUPOS DE MÃES e ‘TRABALHO SOCIAL COM GESTANTE‘”. Entre os dois textos mudam duas palavras – a preposição “em” vira “com”, e “gestante” passa ao plural -, e nada mais: o objeto, a fundação e a fórmula são os mesmos. É a renovação anual do convênio, quinze meses depois do primeiro.
  • O acervo a segue por quatro atos, e três deles não dizem o que financiavam: a Resolução nº 156, de 15 de setembro de 1981, da Câmara de Vereadores, homologando termos de convênio com a fundação; a Lei nº 1909, de 29 de outubro de 1981, de Amilcar Gazaniga, autorizando outro – de ambas só se conhece a ementa; a Lei nº 2053, de 1983, primeira a nomear os programas; e a Lei nº 2122, de 27 de setembro de 1984. O Projeto Casulo era o programa de creches da LBA, e os outros dois voltavam-se a mães e a gestantes. Como as anteriores, a Lei nº 2122 se esgota em nomear: não descreve o atendimento, não indica unidades, não fixa prazo, contrapartida nem valor, e não diz quantas famílias alcançava. A relação do Município com a fundação vinha de 12 de outubro de 1942, quando se abriu o Posto de Puericultura Antonieta Gallotti.
  • Em 8 de agosto de 1984 o Itajaí-Açu marcara 15,46 m em Itajaí, a maior cota que o acervo registra no século XX, acima dos 15,34 m de 9 de julho de 1983. O convênio da Lei nº 2122 é renovado com o mesmo texto de antes da cheia, sem uma linha sobre ela, e o acervo não guarda documento que ligue os programas da LBA ao atendimento da emergência – a mesma lacuna que já registrara para 1983.

1986

  • Falece Abrahão João Francisco.
  • Eleição da nova diretoria da ASPMI. Presidente: Valter José de Souza; vice-presidente: Damião Fernandes Bezerra; primeiro secretário: Renato Mannes de Freitas; segundo secretário: Moacyr Bonanoni; primeiro tesoureiro: Marcos Antonio Muller Júnior; segundo tesoureiro: Ledemir Sena. Conselho fiscal: Eunice Ferreira Rosa, Heliete Winter Dagnoni, Nadir Santana, Mariza Lucia Argus de Souza, José roberto Nogueira, Evanilde Cristofolini. Posse a 01 de outubro de 1986. Valter não finalizou seu mandato e Damião renunciou ao direito de assumir a presidência, abrindo caminho para a composição de uma Junta governativa a 17 de julho de 1987.

1990 – 1999

1993

1995

Século XXI

2000 – 2009

Nenhuma data registrada até o momento.

2010 – 2019

2010

2011

  • A Lei nº 5869 declara de utilidade pública a Associação Amor Pra Down (AAPD), situada no centro de Balneário Camboriú.

2013

2016

2019

  • O Decreto nº 11721 regulamenta o chamamento público interno do SERPLAN para médico clínico-geral, pediatra e cirurgião dentista da Secretaria Municipal de Saúde. Saiba mais em Saúde Pública – calendário histórico.

2020 – 2029

Nenhuma data registrada até o momento.

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