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25 de agosto

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Século XIX

1814

  • Manoel Antônio de Souza Medeiros recebe terras do governador da Ilha de Santa Catarina, Dom Luiz Maurício da Silveira, no lugar chamado Gaspar. Extrema com João Orestes Barreto da Fontoura.

Século XX

1900 – 1949

1905

  • O jornal “O pharol” anuncia que especialistas vindos no rebocador “João Felippe” destruíram com bombas de dinamite o casco da embarcação “Vieira” que estava no lado oposto do rio Itajaí-açu.
  • O Bispo de Curitiba – Dom Duart Leopoldo e Silva – promove visita pastoral à região.

1907

  • Os barqueiros que promovem a travessia do Rio Itajaí-Açu entre o Centro de Itajaí e a localidade de Navegantes estabelecem sinalização por meio de lampiões para chamar de um lado para outro as embarcações. O lampião verde chama a barcaça (carga) e lampião vermelho para chamar o bote (passageiros).

1924

  • Açougueiros estabelecidos em Itajaí enviam correspondência ao Conselho Municipal alegando que não conseguem praticar o preço da carne estabelecido pelas autoridades. Assinam a nota da “Questão da carne”: Otto Hugo Praum, José Tadeu, Gabriel Moreira, Avelino Werner, José Cesário. Na mesma data os conselheiros assinam nota garantindo que “Os argumentos expendidos pelos Requerentes não procedem e em muitos pontos se afastam completamente da verdade.” : Carlos Frederico Seára Júnior, Juvêncio Tavares d’Amaral, Irineu Bornhausen, Franklin Máximo Pereira, Heitor Pereira Liberato. Na mesma data o Marcos Konder e João Gaya assinam a Lei nº 131 que tenta amenizar os efeitos da greve dos açougueiros, incluindo nas medidas a rescisão amigável ou judicial dos contratos de locação dos quartos [box] do Mercado Público.

1925

  • Inauguração raia de corridas de cavalo da Sociedade Hippica Itajahyense, à Rua dos Atiradores. A raia recebe o nome de “Raia Samuel Heusi”. O local também será utilizado para pouso de pequenos aviões particulares.

1927

  • Lançados às águas do Rio Itajaí-Açú os barcos “Albatroz” e “Condor”, construídos pelo carpinteiro de ribeira José Iglezias. Os barcos foram entregues à Empresa de Pesca Santos Ltda..

1934

  • Anunciada a inauguração do armazém da Cooperativa dos Operários de Itajahy à Rua Fluvial contígua à sede dos Estivadores.

1935

  • Marcos Konder profere discurso na solenidade de promulgação da Constituição Estadual contra os radicalismo ideológicos, principalmente Integralismo e Comunismo. O deputado também subscreve a nova constituição de Santa Catarina.

1939

  • Instalação da Escola Municipal Duque de Caxias na localidade rural de Campeche.

1947

  • Falece, no Rio de Janeiro, Rodolfo José de Souza.

1950 – 1969

1954

  • Falece na Barra do Rio – Luiz Bento Silva.
  • Posse da nova diretoria do Sindicato dos Empregados no Comércio de Itajaí, eleita a 21 de agosto, assim constituída: presidente: Manoel Nascimento; secretário: Roberto Leon Reich; tesoureiro: Carlos José Bauer; suplentes de diretoria: Osmar Heusi, Aldo Silva, José Agripino Corbeta; Conselho Fiscal: Max Probst, José Espíndola, Francisco Henrique Pfeitzer; suplentes do Conselho Fiscal: Fernando Waltrich, Paulo Kleis Júnior, José de Borba Mendes; representantes no Conselho da Federação dos Empregados no Comércio de Santa Catarina: Manoel Nascimento, Aldo Silva; suplentes: Usmar Pereira, Osmar Zicsemer.

1956

1958

1966

  • A Câmara promulga a Resolução nº 37, que concede o título de cidadão itajaiense ao professor Rodolfo Bosco, “nos setores cultural, Artístico, Desportivo e social”. Presidiu a sessão o 1º secretário Milton Ribeiro da Luz, no exercício da presidência, com Dalmo Vieira como 1º secretário ad-hoc e Bento Guilherme Pereira como 2º.
  • O prefeito Carlos de Paula Seára assina a Lei nº 733, que denomina Rua Leonel Pereira a via pública conhecida por “Buraco do Bode“, com início na Rua José Pereira Liberato. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022. Confere com os Nomes antigos de ruas: “BURACO DO BODE – Rua Leonel Pereira”.
  • O prefeito Carlos de Paula Seára assina a Lei nº 734, que denomina Rua Sebastião Batschauer a via pública que começa na Rua José Pereira Liberato e termina na rua conhecida pelo nome de Dr. Osmar Nunes. Ao contrário das outras sete leis deste mesmo dia, esta não foi consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022: foi revogada pela Lei Complementar nº 419, de 2022 – o único caso do gênero registrado até aqui no acervo.
  • O prefeito Carlos de Paula Seára assina a Lei nº 735, que denomina Rua Anísio Costa a via pública conhecida por “Beco Anísio“, que tem início na Rua Blumenau e termina na rua conhecida por Sebastião Batschauer – batizada pela Lei nº 734, do mesmo dia. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022.
  • O prefeito Carlos de Paula Seára assina a Lei nº 736 denominando Rua Luiz José Bento da Silva a via pública conhecida por “Deschamps“, que começa na Rua Blumenau e liga com o Jardim Curt Hering. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022.
  • O prefeito Carlos de Paula Seára assina a Lei nº 737 que denomina a Rua Hildo Silva a via pública que começa na Rua Blumenau e liga com a Alfredo Eicke. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022. A ementa da lei grafa “Hildo Silva” e o art. 1º, “Hilda Silva” – uma das duas grafias está errada, e o acervo não tem outra fonte para decidir.
  • O prefeito Carlos de Paula Seára assina a Lei nº 738 que denomina Rua Dagoberto Nogueira a via pública conhecida por “Travessa 24 de maio“. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022. A Travessa 24 de Maio não consta dos Nomes antigos de ruas. O homenageado dirigiu o jornal “Itajahy”, geriu o serviço de alto-falante do Cine-Itajaí e foi diretor do Sindicato Agrícola e do Rotary.
  • O prefeito Carlos de Paula Seára assina a Lei nº 739 que denomina Rua Constantino Lucas Pereira a via pública conhecida por “Beco da Castanha“, com início na Rua Olegário Souza Júnior. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022. Confere com os Nomes antigos de ruas: “CASTANHA – Beco da Castanha – Rua Constantino Lucas Pereira”.
  • O prefeito Carlos de Paula Seára assina a Lei nº 740 que desapropria embarcações, motores e demais pertences de Bento Dauer e Otávio Búrigo para regularização do funcionamento da passagem da Barra do Rio.

1968

1970 – 1979

1973

  • O Jornal do Povo anuncia que o velejador itajaiense Remulo Muller integrou equipe vencedora de regata internacional realizada na Inglaterra.

1974

  • Inaugurada sede da Sociedade Recreativa, Cultural e Beneficente de Cordeiros.

1975

  • Promovida assembleia de fundação do Kennel Club de Itajaí. O KCI tem na liderança Jorge d’Ivanenko, Roland Hobbhahn e Pedro Salles Garção dos Santos. Presidente: Pedro Garção dos Santos. Diretores: Ingo Schiphort, Ursula Albershein dos Santos, Arnoldo Silveira, Humberto C Oliveira, Vânio de Almeida, Roland Hobahan, Jorge d’Ivanenko, Paulo Wendhausen, Alfredo Lima, Milton Tolentino, Arnaldo Mendes, Fernando Tietmann, Antonio Carlos Rassele, Guy Fonseca. Sócios beneméritos: Augusto José Alvetti, Adauto Mansur. Sócio honorário: Frederico Olíndio de Souza.

1980 – 1989

1984

  • Anunciada a eleição e posse da nova diretoria do Lions Clube Itajaí. Presidente: Erasmo Rodrigues. Diretores: Maurício Reis, Deodato José de Camargo, Ayr Aníbal Gaya, Cláudio Martins Júnior, João Erico de Souza, Fridolino Probst, Moacyr Rogério Deschamps, João Batista da Cunha Júnior, Pedro Paulo Rebello, Anselmo Manoel dos Santos, Achylles Henrique Gonçalves, Júlio Kumm Neto, Heinz Porthun, Laureci Victor da Rosa, Elias Felipe Krieger, Osny Ern.

1986

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2246, em 25 de agosto de 1986, que transforma em bem do patrimônio disponível a Rua “W” do Loteamento Jardim Beira Rio, no Bairro Cordeiros, com 847,70 m², e autoriza aliená-la “pelo processo de investidura” a Nicácio da Costa. A investidura é a figura pela qual o Município vende sem licitação, e só ao vizinho lindeiro, área pública que sozinha não se aproveita – sobra de esquina, beco, remanescente de traçado -, e o acervo a registra em Itajaí desde a Lei nº 2014, de 29 de outubro de 1982. Aqui o objeto não é uma sobra: é uma via inteira do loteamento, como já acontecera na Lei nº 2125, de 10 de outubro de 1984, que desafetou duas ruas, uma travessa e uma praça em Nova Brasília para vendê-las a uma indústria de pescados.
  • Em 23 de junho de 1986 a Lei nº 2240 dera à rua “Z” do Loteamento Beira Rio o nome de Valdir Souza; em 25 de agosto de 1986 a Lei nº 2246 tira a rua “W” do mesmo loteamento do uso comum do povo. O Jardim Beira Rio já entrara no acervo pela Lei nº 2191, de 3 de julho de 1985, que desafetara ali 1.519,75 m² e mandara aliená-los por licitação com preço mínimo escrito em ORTNs – de modo que, em pouco mais de um ano, o Município nomeia uma rua do loteamento e vende duas parcelas dele.
  • A Lei nº 2247, de 25 de agosto de 1986, “AUTORIZA O CHEFE DO PODER EXECUTIVO A CONFERIR PREMIAÇÕES“. Do ato só se conhece a ementa: não se sabe que prêmios, a quem, por que mérito nem em que ocasião. É a primeira de três leis de premiação em menos de quatro meses – seguem-se a nº 2251, de 2 de setembro, e a nº 2260, de 21 de novembro, esta com a ementa truncada na fonte -, e o acervo não guarda nenhuma outra peça sobre o assunto.
  • A Lei nº 2248 denomina Rua HELIO FIRMO CAETANO a rua “B” do Loteamento Jardim Chimmene, no Bairro Dom Bosco. Revogada e consolidada pela Lei Complementar nº 390, de 2022. É o sexto e último nome dado ao mesmo loteamento em 1986 – as três primeiras ruas foram batizadas em 2 de maio e mais duas em 23 de junho -, e a lei repete a grafia “Chimmene”, com dois emes, contra o “Chimene” das leis de maio.

1987

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona num só expediente, em 25 de agosto de 1987, as Leis nº 2298, 2299 e 2300. A primeira compra o pátio ferroviário da zona central; a segunda devolve à União, de graça, as ações que o Município tinha da vendedora; a terceira autoriza a maior avenida que uma lei municipal já mandou abrir em Itajaí. Num dia o Município liquida a sua posição no espólio da ferrovia e projeta a via que o levará ao outro extremo do território.
  • A Lei nº 2298 compra os 52.810,35 m² da Rede Ferroviária Federal S/A na zona central urbana, “em 60 parcelas mensais com juros de 1% ao mês pela tabela price“, e revoga a Lei nº 2262, de 3 de dezembro de 1986. O ponto do ato é o que ele não muda: valor e condições são idênticos aos da lei revogada – a mesma área, o mesmo preço, os mesmos sessenta meses, os mesmos juros. A nova lei repete a antiga palavra por palavra no essencial. O acervo vinha registrando a revogação como sinal de que “o negócio não se fechou nesses termos”; o texto da revogadora desfaz a leitura: se algo mudou entre dezembro de 1986 e agosto de 1987, não mudou no papel, e o que motivou refazer a autorização nos mesmos termos os documentos não dizem. Ver Trem em Itajaí e finanças do Município em 1987.
  • Em 22 de agosto de 1985 o Decreto nº 3308 declarara de utilidade pública o pátio da estação e manobras da “antiga Estrada de Ferro Santa Catarina” – 600 metros de frente para a Avenida Sete de Setembro, fundos na Rua Arnaldo José de Oliveira – mais 5.180 metros de leito e uma faixa de continuidade da Avenida Marcos Konder, tudo para a Avenida de Contorno Sul e para parques municipais. Em 29 de setembro de 1986 o Decreto nº 3512 voltou ao mesmo chão, fechou a área em 52.810,35 m² e corrigiu a titularidade, atribuindo-a à RFFSA e não à companhia catarinense extinta. Em 3 de dezembro de 1986 a Lei nº 2262 trocou a desapropriação pela compra financiada. E hoje, três dias depois do segundo aniversário do decreto de 1985, a Lei nº 2298 refaz a compra sem mexer numa cláusula. A estrada aberta sobre o leito só receberia nome em 1989, como Avenida Vereador Abrahão João Francisco.
  • A Lei nº 2299, de 25 de agosto de 1987, entrega à União as ações que o Município tinha da RFFSA, a título gratuito. É o documento que revela algo que nenhuma outra peça do acervo dizia: Itajaí era acionista da Rede Ferroviária Federal. A lei não informa quantas ações, de que espécie, desde quando nem por que via o Município as adquiriu – se por subscrição, por herança da Estrada de Ferro Santa Catarina ou por conversão de bens. Sabe-se apenas que as devolve de graça ao controlador federal no mesmo dia em que a Lei nº 2298, também de 25 de agosto de 1987, autoriza comprar terra da mesma empresa em cinco anos de prestações com juros. Das duas pontas da relação com a estatal, a que o Município larga é a de sócio; a que assume é a de comprador financiado.
  • A Lei nº 2300, de 25 de agosto de 1987, autoriza a avenida da Praia Brava – 3.000 metros de comprimento por 33 de largura, “margeando a Praia Brava em toda a sua extensão” -, e já a batiza “Avenida Dr. José Medeiros Vieira”. É a maior obra viária autorizada por lei ordinária em todo o período que o acervo cobre – três quilômetros de traçado novo num só artigo, contra os 2.538 metros da faixa industrial da Rua Heitor Liberato, de 1970, e os 1.867 metros da avenida paralela à Rua Blumenau, de 1975. E é rara no gênero: quase todas as denominações do Município vêm depois da via aberta, esta vem antes dela existir.
  • José Medeiros Vieira, o homenageado pela Lei nº 2300, de 25 de agosto de 1987, morrera havia menos de três meses: professor e advogado radicado em Itajaí desde 1949, faleceu em 4 de junho de 1987. Sócio-fundador e primeiro presidente da SIES – Sociedade Itajaiense de Ensino Superior, primeiro diretor das Faculdades de Direito e Filosofia do Vale do Itajaí, proprietário do jornal A Gazetilha e patrono da cadeira vinte e nove da Academia Itajaiense de Letras, foi também a parte vencida do “Caso das faculdades”: a Lei nº 892, de 25 de outubro de 1968, reuniu as duas faculdades na AMECCI e encerrou a disputa “com a vitória do poder público sobre as pretensões de José Medeiros Vieira de manter o ensino superior itajaiense em mãos particulares através da SIES”. Dezenove anos depois, o mesmo Município que lhe tomou as faculdades dá o seu nome à maior avenida que projetou. Dezessete dias mais tarde, em 11 de setembro, a Lei nº 2306 daria o mesmo nome ao Grupo Escolar do Loteamento Jaí-Açu, no Bairro São Vicente: duas homenagens ao mesmo homem em duas semanas e meia, e as duas que o acervo lhe conhece – “empresta seu nome à avenida na localidade Praia Brava e escola no bairro São Vicente”.
  • Em 25 de agosto de 1986 a Lei nº 2246 tirara uma rua inteira do uso comum do povo para vendê-la a um particular; em 25 de agosto de 1987 o Município compra, pela Lei nº 2298, cinco hectares no coração da cidade e manda abrir, pela Lei nº 2300, três quilômetros de avenida na orla. As duas maiores peças imobiliárias que este dia do calendário registra caem em 25 de agosto de 1986 e de 1987, e apontam para lados opostos.
  • O acervo registra a morte de José Medeiros Vieira, o homenageado pela Lei nº 2300, de 25 de agosto de 1987, em 4 de junho de 1987 e anota, no mesmo verbete, uma segunda data encontrada, 1986. Qualquer das duas torna póstumas as homenagens de agosto e setembro de 1987, e a diferença fica registrada sem ser decidida.

1990 – 1999

1992

  • Lei Ordinária nº 2749/1992 declara de utilidade pública a Associação dos Moradores do Bairro Carvalho.
  • O ministro das Minas e Energias, Marcos Vinicius Pratini de Moraes, e o presidente da Petrobras, Benedito Moreira, anunciam a escolha do Município de Itajaí para sediar a base de apoio e administração da Petrobrás, que comanda as atividades das plataformas da Bacia de Santos. Expectativa de criar entre 2 e 5 mil empregos e criação de um “novo ciclo econômico” para a cidade.
  • Nova manifestação no Centro de Itajaí contra o governo Collor, conhecida nacionalmente como “Fora Collor”.

1994

  • Anunciada a criação, em Itajaí, da Federação de Bilhar e Sinuca do Estado de Santa Catarina. Presidente: Jamilton João da Silva. Diretores: Joacir Carvalho dos Santos, Ricardo Raul Camos, Jaime Fernando Gomes, Leoppoldo Silvino Zimermann, Paulo Renato Pinto, Wanderley Godoy, Sanvandir Fagundes, Guilherme Rehnius Filho, Eloisio Furtado, Márcio Alexandre Mafra.

1995

Século XXI

2000 – 2009

2000

2003

2005

  • O prefeito Volnei José Morastoni assina o Decreto nº 7.634, que cria a Comissão Intersetorial do Programa Bolsa Família.

2010 – 2019

2015

  • Licélia Wanderhertz de Deus lança seu livro de poesias intitulado “O sorriso das flores” nas dependências da Câmara Municipal de Vereadores de Itajaí.

2018

  • A ABNI promove, nas dependências do Clube Náutico Almirante Barroso, a 19ª Festa do Sukiyaki – um prato típico da culinária japonesa. O evento integra as comemorações pela passagem dos 110 anos de imigração japonesa.

2020 – 2029

2022

  • O Decreto nº 12692 abre crédito adicional suplementar de até R$ 170.457,77 para mobiliar a Praça CEU – Centro de Artes e Esportes Unificado. Ver Obras e desapropriações.

2023

  • O Governo Federal publica o edital de arrendamento transitório do Porto de Itajaí.

2025

2026

  • O Decreto nº 14252 convoca a 13ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente para 16 e 17 de novembro de 2026, no Centreventos, com o tema “Fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente – SGDCA e a Democracia Participativa”. Ver Conselho Tutelar de Itajaí.
  • O Decreto nº 14251 institui o Grupo de Trabalho Paritário que analisa os efeitos da Lei federal nº 15.326 sobre os profissionais da educação infantil, com seis representantes do Executivo e seis do sindicato dos servidores. Saiba mais em Estatuto dos Funcionários Públicos Civis.
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