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28 de setembro

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Século XIX

1864

  • O prático da Barra do Itajaí, Jacinto José dos Santos, tem seu ordenado aumentado de 20$000 para 30$000 mensais. O presidente da Província argumenta que o prático tem de bancar as custas de seus dois auxiliares.

Século XX

1900 – 1949

1902

  • Lauro Severiano Müller assume seu terceiro mandato como governador de Santa Catarina após conseguir pacificar, em 1901, republicanos e federalistas catarinenses. Em seguida renuncia ao cargo para assumir a função de ministro da Viação e Obras Públicas sendo substituído pelo vice-governador Vidal José de Oliveira Ramos.

1918

  • Lauro Severiano Müller renuncia ao quarto mandato de governador do Estado de Santa Catarina possibilitando a ascensão do vice-governador Hercílio Pedro da Luz Luz como forma de pacificar a política catarinense.
  • Adolfo Konder é nomeado Secretário da Fazenda, Viação, Obras Públicas e Agricultura do governo do Estado de Santa Catarina.

1922

  • Victor Konder é nomeado Secretário da Fazenda, Viação, Obras Públicas e Agricultura do governo do Estado de Santa Catarina.

1924

1926

1929

  • Anunciada o levantamento da cumieira do prédio Olympio.

1930

  • Adolpho Konder entrega o comando do governo catarinense a Fúlvio Coriolano Aducci.

1933

  • Victor Konder retorna ao Brasil na condição de conselheiro técnico de companhia colonizadora de agricultores tiroleses.

1949

  • O prefeito Arno Bauer sanciona a Lei Ordinária nº 73, que autoriza a extensão da rede de água para a Vila Operária, com os condutores passando pela Rua Andrade Müller a partir da Rua Brusque, às custas da rubrica Serviços de Utilidade Pública.

1950 – 1969

1957

  • Jurci Fóes é eleita no Carlos Gomes de Blumenau a Miss Elegância do Vale do Itajaí.
  • Anunciada a posse da nova diretoria da Congregação Mariana de Itajaí. Presidente: Bertolino Schilickmann. Diretores: Abelardo Costa, Francisco Xavier da Rocha, José Maximiliano Muller, Milton Ribeiro da Luz, Mario de Oliveira, José Francisco de Souza, Milton Fonseca, Heluiz Gonzaga, Aloisio J. Detzel.

1958

  • Fundação da Rádio Clube de Itajaí. Entra no ar no sábado, às 10 horas da manhã, com a música “Sax Cantable”, da orquestra Freddy Gardner. As instalações ficavam na esquina das ruas Samuel Heusi com Pedro Ferreira. Primeiros funcionários: Nelson Rosembrock, Osny Jacobsen, Jener José Reinert, Jeser Joci Reinert, Manoel Vieira [Vieirinha], Sadi Ivo Pezzi, Telmo Silva, Ilda Souza, Samuel Schubert, Albari Assis, Bolivar Saboia, Nilo Angioletti, Demosthenes Feminella Filho, Elba Maria Feminella, Nabor Prazeres, Arno Cavilha, Rudi Eudácio de Souza, Donato Ramos, Paulo Magalhães, J. Coelho, Nemézio Vieira, Luiz Teles, Jorge Chaves, Vasco Soares Almeida, Walmor Rosa, Renê Reinaldo, Afonso Luiz da Silva, Sebastião Manoel Jacinto, Milton Ribeiro da Luz, Alfredo Costa. Em 1973 mudou-se para a Rua Hercílio Luz, passando para a Avenida Adolfo Konder no ano de 1977. Também encontrados registros que dão a instalação da Rádio Clube de Itajaí sob a data de 28 de setembro de 1968.

1960

1963

1968

  • Fundação da Sociedade Recreativa, Cultural e Beneficente de Cordeiros. Estatutos formulados em 19 de fevereiro de 1969 e publicados no “Jornal do Povo” a 15 de março de 1969. Presidente: Valentim Lenoir. Diretores: Martinho Francisco Gonçalves, Oronido Manoel Martins, Taicil Tavares, Jurandir de Souza Bernardes, Lourival Uller, Hilário Gerôncio de Amorim, Policarpo Buzzana, Augusto Dalsóquio, Adolfo Hess Máximo, Pedro Tomio, Osvaldo Luís de Souza, Andrino Paulo.
  • Eleição da nova diretoria da ASPMI. Presidente: José Sales Souza, vice-presidente: Olivier C. F. Kienast, primeiro secretário: Ronaldo Silva, segundo secretário: Ivo José dos Santos, primeiro tesoureiro: Soely Marçal Turos, segundo tesoureiro: Frido Nery de Souza. Conselho fiscal: Maria Albina Gonzaga Simão, Arnoldo João Vicente, José Cugnier, Margarida Maria de Assis, José Ramos, Luiz José Gaya. A posse ocorre a 30 de outubro de 1968.
  • Anunciada a morte de Paulo Malburg no Hospital Santa Izabel, em Blumenau, aos 60 anos de idade. Deixa os filhos Paulo, Renato e Sérgio Malburg.

1970 – 1979

1970

1971

1972

1974

  • Eleição da nova diretoria da ASPMI. Presidente: Lídio Cugnier Machado, vice-presidente: Onofre Joaquim Rodrigues Júnior, primeiro secretário: Fernando Reiser Fóes, segundo secretário: Rogério Buchele, primeiro tesoureiro: Manoel Ivo Simão, segundo tesoureiro: Ubirajara Leal. Conselho fiscal: Ronaldo Silva, Luiz B. Dietrich, Leoberto Silva, Valter Sales de Souza, Alcino J. Vieira, Janete Coelho. A 20 de março de 1976 toda a diretoria pede demissão e forma-se uma diretoria interina para completar o mandato até 25 de setembro de 1976 – presidente: Agildo Bittencourt Cavalheiro, secretário: Mário César dos Santos, secretária executiva: Maria de Lourdes Pedrosani. De 25 de setembro a 14 de outubro outra diretoria provisória comandou os destinos da ASPMI – presidente: Carlos Roberto Seára, primeiro secretário: Iracema dos Santos, segundo secretário: Zenita Pretti Claudino.

1975

  • Realizado no Estádio Hercílio Luz o Concurso de Fanfarras que participaram do desfile de Sete de Setembro em Itajaí.

1978

1980 – 1989

1981

  • O prefeito Amilcar Gazaniga assina o Decreto nº 2478, que cria o cargo de Professor de Artes no quadro de pessoal regido pela Consolidação das Leis do Trabalho, considerando “a necessidade de dotar a Escola Municipal de Arte Infantil de Itajaí de professores especializados nas diversas modalidades de manifestação artística”. O cargo integra o Grupo Magistério, mas a remuneração é por aula ministrada, com valor a ser atribuído por ato do próprio prefeito, sem tabela fixada em lei. Dois meses depois, em 3 de dezembro, a Lei nº 1920 aprovaria o Estatuto do Magistério Público Municipal, com 712 cargos efetivos, ingresso por concurso e regime estatutário próprio – do qual o professor de artes ficou de fora, celetista e pago por aula.

1982

  • A Lei nº 1997, da gestão de Nilton Kucker, autoriza a suplementação de dotações orçamentárias. Dela só se conhece a ementa: a base do Leis.org oferece apenas o PDF digitalizado do original, que não foi possível ler, e não se sabe quais dotações foram reforçadas nem em que valor. É a quarta lei de suplementação do segundo semestre em treze dias – depois da nº 1992, de 16 de setembro, e das nº 1994 e nº 1995, de 24 de setembro -, ritmo que ainda se aceleraria em outubro.

1983

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2064, que autoriza a suplementação de dotação orçamentária em Cr$ 200.000.000,00. Dela só se conhecem a ementa, a data e o valor – a base do Leis.org guarda apenas o PDF digitalizado do original -, de modo que não se sabe quais dotações foram reforçadas nem por que despesa. O montante, porém, se mede: o orçamento de 1983 fora fixado em Cr$ 3.100.000.000,00 pela Lei nº 2031, de 24 de novembro de 1982, e esta lei só reabre, num ato, 6,45% de todo o exercício. É a maior suplementação que o acervo conhece no ano, sancionada quase três meses depois do pico da enchente de julho e três semanas depois da Lei nº 2061, de 6 de setembro, cujo art. 4º autorizara o Prefeito a “criar no orçamento em execução os projetos” da reconstrução e cujo art. 5º prometia à Câmara “as proposições suplementares que se fizerem necessárias”. A lei não menciona a enchente, a Comissão Extraordinária de Reconstrução nem o Programa Especial, e o acervo não permite afirmar que uma coisa seja a execução da outra: o que se tem é a data, o valor e a autorização anterior.

1984

  • Promoção do encontro das associações comerciais e industriais de Santa Catarina, promovido pela FACISC em Itajaí. [28 e 29].
  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2123, que autoriza termo aditivo junto ao Banco do Brasil ao contrato do Fundo de Desenvolvimento Urbano – FDU, “assinado em 04 de agosto de 1975 … no valor de Cr$ 11.480.000,00“. O art. 2º prorroga por mais um ano o pagamento da amortização e dos juros, “reiniciando-se o pagamento das prestações em 01.10.85 e tendo o seu TERMO FINAL EM 01.07.1992“.
  • A Lei nº 2066, de 24 de outubro de 1983, já autorizara termo aditivo com o Banco do Brasil, sobre o contrato do Fundo de Desenvolvimento Urbano – FDU assinado em 04 de agosto de 1975, e com a mesma finalidade, prorrogando amortização e juros por um ano. Vencido esse ano, o Município volta à Câmara e pede outro, a Lei nº 2123, de 28 de setembro de 1984. O que a Lei nº 2123 acrescenta à de 1983 é o fim da história, que a anterior não escrevia: as prestações recomeçam em 1º de outubro de 1985 e o contrato só se encerra em 1º de julho de 1992 – dezessete anos depois de assinado.
  • O contrato do Fundo de Desenvolvimento Urbano assinado em 1975 é da gestão de Frederico Olíndio de Souza e não aparece em nenhum outro documento do acervo: não há lei autorizativa, decreto nem menção ao Fundo de Desenvolvimento Urbano fora das prorrogações das leis nº 2066, de 1983, e nº 2123, de 28 de setembro de 1984. Não se sabe o que os onze milhões e meio de cruzeiros financiaram, a que juros, nem quanto restava a pagar em 1984. Ver Finanças do Município, no exercício de 1983, onde a Lei nº 2066 é registrada como o único movimento de endividamento daquele ano – um adiamento, e não crédito novo.

1988

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2406, que denomina ruas do Bairro São Vicente – a primeira e maior das três leis coletivas com que o mandato, nas suas últimas semanas, batiza de uma vez mais de cento e quarenta vias da cidade. As outras duas virão em 14 de outubro, para Cordeiros, e em 09 de novembro, para o restante do Município. Todas foram revogadas e consolidadas pela Lei Complementar nº 390, de 2022, onde os nomes um a um devem ser procurados: aqui fica o desenho da operação, não a lista.
  • Nos loteamentos Promorar I, Jardim Danielle e Cidade Nova a Lei nº 2406 põe uma série de flores – azaleias, acácias, violetas, papoulas, girassóis, jasmins, crisântemos, camélias, petúnias, “Hortências” \[sic\], orquídeas, ciprestes, buganvílias, hibiscos. Nos loteamentos Bambuzal, Jardim Olimpikus e Rio Bonito corre uma série de municípios catarinenses, com quatro dezenas de nomes que varrem o Estado do extremo oeste ao litoral sul – Dionísio Cerqueira, Chapecó, Xaxim, Joaçaba, Concórdia e Maravilha ao lado de Navegantes, Araquari, São José, Palhoça, Araranguá e Sombrio. Uma terceira série traz escritores: Manoel Bandeira \[sic\], Rui Barbosa, José de Alencar, Cecília Meirelles \[sic\], Vinícius de Moraes, Carlos Drumonnd de Andrade \[sic\], Olavo Bilac e Érico Veríssimo. E, fora das séries, seis nomes de pessoas, entre eles o Arquiteto Nilson Edson dos Santos e o Expedicionário José Corrêa. É a primeira vez que o Município nomeia ruas por catálogo temático em escala de bairro inteiro: até aqui as denominações saíam uma a uma, cada qual em lei própria.
  • Entre os municípios catarinenses da série de nomes que a Lei nº 2406 usa nos loteamentos Bambuzal, Jardim Olimpikus e Rio Bonito está Campos Novos, e o verbete das Pontes Municipais registra a Avenida Campos Novos como um dos acessos da Ponte Governador Vilson Pedro Kleinübing, sobre o canal de retificação do Rio Itajaí-Mirim, entre Cordeiros e São Vicente. A via que a Lei nº 2406 batiza em 1988 com nome de série vira, anos depois, ligação estruturante dos dois bairros.
  • O art. 2º da Lei nº 2406 prolonga catorze ruas já batizadas, com metragens exatas – entre elas Pe. Paulo Condla, Germano Rauert, D. Jaime de Barros Câmara, Felix Malburg, Gaspar da Costa Moraes, Jaci Ramos, Adolfo Kucker, Ivo Stein Ferreira, Vereador Airton de Souza e Manoel Francisco Coelho, com 630 metros, o maior dos prolongamentos. A Erotides da Silva Fontes seria renomeada Professora Erotides da Silva Fontes pela Lei nº 6274, de 2013.
  • O art. 3º da Lei nº 2406 faz coisa rara: tira um nome de uma rua e o dá a outra. “Fica revogada a Lei nº 1.212, de 23 de janeiro de 1973, na parte em que dá denominação de ‘José Santângelo‘ à primeira rua com início na rua São Vicente, à direita, no sentido norte-sul” – e o mesmo artigo passa o nome à rua “E” do Loteamento Santo Antônio. O acervo não registra outro caso de nome de logradouro que muda de rua por lei; o que se conhece são becos promovidos a rua com nome novo, como o Beco do Jardineiro em 02 de setembro de 1987, e não homenagens transferidas de um traçado a outro. A Lei nº 2406 não diz o que fica no lugar do nome retirado.
  • A Lei nº 2405, do mesmo dia, denomina Rua João Wollinger a rua 01 do Loteamento Flamboyan, no Bairro Fazenda. No dia seguinte, em 29 de setembro, as Leis nº 2407 e nº 2408 batizariam as ruas 03 e 02 do mesmo loteamento – e a do meio receberia o nome de um vereador. Três ruas, duas leis, dois dias.
  • A Lei nº 2874, de 1993, trocaria entre si os trechos das ruas São José e Rio Fortuna no Jardim Rio Bonito II: a Lei nº 2406, de 1988, pusera as duas na rua errada, e a correção veio cinco anos depois. O texto de 1988 grafa ainda “Hortências” por *Hortênsias*, “Manoel Bandeira” por *Manuel*, “Cecília Meirelles” por *Meireles*, “Carlos Drumonnd de Andrade” por *Drummond* e “Agrolandia” sem acento – erros que a consolidação de 2022 herdaria.
  • O CIITA promove coletiva de imprensa com os candidatos majoritários do PDT Job Campagnolo/Paulo Seára.

1990 – 1999

1992

1994

  • Inauguração do Campus de Tijucas, com a conclusão da construção do primeiro prédio. Abrigou em sequência: Pedagogia (1990), Administração de Empresa (1995), Ciências Contábeis (1997), Direito Matutino (1998), Direito Noturno (1999).

1995

  • Realização do II Encontro de Confraternização entre os leoninos itajaienses. Itajaí conta com quatro Lions Clubes.

1999

Século XXI

2000 – 2009

2006

  • O prefeito Volnei José Morastoni assina a Lei nº 4.634, que denomina de Gelasio Simas a rua entre a Escola Isolada Gabriel Dalago e o campo de futebol do Esporte Clube Baia, no bairro Baia.
  • O prefeito Volnei José Morastoni assina a Lei nº 4.635, que denomina de Rua Moisés Gamba a servidão com início na Rua Serafim Gamba, no bairro Brilhante I.

2010 – 2019

2015

  • A Lei nº 6682 altera a lei de 1998 da política de atendimento aos direitos da criança e do adolescente: o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente passa a ter 16 membros, 8 titulares do governo e 8 de entidades não governamentais, com mandato de dois anos. Ver Conselho Tutelar de Itajaí.
  • O Decreto nº 10580 extingue, a contar de 18 de dezembro de 2015, a Escola Isolada Gabriel Dallago, na Rua Marcos Albino, no Baia. Ver Escolas municipais – BR-101 e Zona Rural.

2020 – 2029

2026

  • O Decreto nº 14300 libera o lote 09 da quadra L do Loteamento Popular Parque do Sol da venda a 70% do valor de tabela para famílias de baixa renda. Ver Fundo Municipal de Habitação Popular.
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