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08 de maio

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Século XIX

1876

  • Nasce em Itajahy Protogenes Guimarães. Chegou a ocupar o cargo de Ministro da Marinha em 1932. Almirante líder de movimento intitulado “Conspiração Protogenes” no início da Revolução de 30.

1885

  • O patacho português “Flor do Porto” sofre acidente no litoral de bombinhas e acaba encalhado. Dias depois é torpedeado pelo navio da Marinha de guerra do Brasil “Cruzador Trajano”.

1890

1891

Século XX

1900 – 1949

1904

1909

  • Dom João Becker, bispo diocesano de Florianópolis, promove visita pastoral a Itajaí.

1929

1931

1933

1941

1942

1950 – 1969

1950

1954

  • O Rio Itajaí-Açu tem um pico de cheia de 9 metros e 30 centímetros na cidade de Blumenau, causando muitos transtornos também no Município de Itajaí.

1955

1958

1963

  • Eleita nova diretoria da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil – Secção de Itajaí. Presidente de honra: Jamil Amiden. Presidente: Haroldo Schneider. Diretores: Arquimedes Dauer, Milton Fonseca, Antonio Maia Filho, Antonio Cordeiro, José B. Coelho, José Antonio Curbani, Antonio de Souza Filho, Caetano Salvador Bissoli, Herminio Graciola, Ranulfo Inthurn, Torquato José Mafra.

1970 – 1979

1971

  • O presidente da Câmara, vereador Bertoldo Michels, promulga o Decreto Legislativo nº 4, conferindo o Título de Cidadão Honorário de Itajaí ao presidente da República, general Emílio Garrastazu Médici, “notadamente no que se refere à Ordem e ao equilíbrio econômico-financeiro”. O título vem dois dias antes da visita do presidente à cidade, em 10 de maio, e sete meses antes de a Lei nº 1140 dar seu nome ao novo prédio da Prefeitura. O acervo registrava o ato como Decreto Legislativo nº 02; o texto oficial traz o nº 4.

1977

  • Eleita a nova diretoria da Sociedade Musical Guarani. Presidente de honra: Amilcar Gazaniga. Presidente: Rafael Dutra. Diretores: Dalmo Feminela, José Corrêa, Reinaldo Wanci Sodré, Carlos Ramos, Mario dos Santos, Paulo Henrique Ternes, João Duarte Reis, Irineu Nascimento, Teobaldo Heck, Enelson de Jesus.

1978

1979

  • Falece José Siqueira, nome de rua na localidade de Ressacada.
  • O presidente da Câmara de Vereadores, Nilson Lourenço dos Santos, promulga o Decreto Legislativo nº 52, que concede ao prefeito Amilcar Gazaniga licença de 1º a 30 de junho para atender a convite do prefeito de Sodegaura, no Japão, e ratificar o convênio entre as cidades-irmãs. É a licença que explica as leis daquele mês assinadas por Nilton Kucker como prefeito em exercício – e é a única licença conhecida em toda a série: seguem sem ato as interinidades de 12 de abril de 1977, de 30 de abril de 1979 e a de 25 de novembro de 1981, esta última com as Leis nº 1916, 1917 e 1918. Registrado por Arno Cugnier, chefe de gabinete. Ver Colônia Japonesa.

1980 – 1989

1980

1984

  • O prefeito Arnaldo Schmitt Júnior sanciona a Lei nº 2099, que o autoriza a saldar débitos do exercício de 1982. O art. 1º dá as duas cifras e a separação por categoria econômica: Cr$ 13.681.616,53 “para DESPESAS CORRENTES” e Cr$ 1.985.300,00 “para DESPESAS DE CAPITAL”, ao todo Cr$ 15.666.916,53. O art. 2º diz como se paga: “através de dotações previstas no orçamento vigente à época dos pagamentos” – isto é, sem crédito adicional próprio, contra o orçamento de 1984, fixado em Cr$ 6.300.000.000,00 pela Lei nº 2073, de 29 de setembro de 1983.
  • Em 1983 o Município já pedira três autorizações para pagar contas de 1982: a Lei nº 2058, de 29 de junho, com Cr$ 17.861.299,13; a Lei nº 2059, de 16 de agosto, com Cr$ 282.791,00 devidos à CELESC; e a Lei nº 2062, de 21 de setembro, com Cr$ 8.611.405,00 – as três somando Cr$ 26.755.495,13, número que os atos de 1983 davam como o tamanho da dívida – ver Finanças do Município. Com a Lei nº 2099 o passivo do exercício de 1982 sobe a Cr$ 42.422.411,66 em quatro leis e quase dois anos de tramitação: a parcela de 1984 sozinha vale 58,6% de tudo o que as três leis de 1983 haviam liquidado. Um exercício encerrado em 31 de dezembro de 1982 só teve a última conta autorizada em 8 de maio de 1984, dois anos e quatro meses depois, e já pelo sucessor do sucessor – o ano de 1982 fora de Amilcar Gazaniga até 13 de maio e de Nilton Kucker a partir de 19 de maio. As contas de 1982 haviam sido aprovadas pela Câmara em Resolução nº 174, de 1º de dezembro de 1983: a aprovação veio dezessete meses antes da última autorização de pagamento.
  • Lei nº 2100, do mesmo dia: autoriza permutar o lote nº 197 de MÁRIO SIMAS FILHO, no loteamento “JARDIM VIOLINO”, Bairro de Cordeiros, pelo lote nº 116 do LOTEAMENTO JARDIM SÃO LUIZ, do Município, no mesmo bairro. O art. 2º dá a razão, e é a de sempre: indenizá-lo “pela ocupação, pelo Poder Público, de terras de sua propriedade, necessária para abertura da AVENIDA COLETORA DE CORDEIROS“. A mecânica é a que o acervo vinha documentando no Bairro São Vicente desde 1981 – abre-se a rua por cima de terreno alheio e paga-se depois com lote remanescente de loteamento municipal -, e é a primeira vez que ela aparece em Cordeiros.
  • O art. 3º acrescenta um detalhe que os negócios anteriores não tinham: a transferência do lote nº 116 “poderá ser feita diretamente a Mário Simas Filho pela Firma EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS VILA LTDA.“. Quem escritura não é a Prefeitura, é uma empresa – o que sugere que o lote com que o Município paga ainda não estava em seu nome, como já ocorrera com o lote nº 297 do Jardim Operário, prometido em 1982 pela Lei nº 2010 e só adquirido em 18 de novembro de 1983 pela Lei nº 2070. Os documentos não dizem se foi esse o caso: registra-se a cláusula. O Jardim Violino já aparecera no acervo pelo Decreto nº 2531, de 20 de janeiro de 1982, que tomou 131,25 m² de Ferene Szikora na rua Mário Bento dos Passos para “o alargamento de uma avenida projetada, sem denominação oficial” – descrição compatível com a Avenida Coletora de Cordeiros que esta lei nomeia dois anos depois, sem que nenhum dos dois textos identifique um com o outro. Do Loteamento Jardim São Luiz e da própria avenida coletora não há outra menção no acervo.
  • A Lei nº 2101, também de 8 de maio de 1984, autoriza suplementar dotação orçamentária. Dela só se conhecem a ementa e a data: na base do Leis.org o corpo existe apenas como PDF digitalizado do original, ilegível, a mesma lacuna que atinge as leis orçamentárias de 1982 e 1983. Não se sabe que dotações foram reforçadas, em que valor, nem de que fonte – e é a segunda peça financeira do mesmo dia, ao lado da Lei nº 2099.
  • Na Lei nº 2100 a numeração dos artigos salta do 4º para o 6º: não há art. 5º. É a segunda falha de numeração que o acervo registra na legislação do período, depois do Decreto nº 2487, de 27 de outubro de 1981, que passou do art. 2º ao art. 4º.

1989

  • Prefeitura declara de utilidade pública 210.860 m² no lugar Carvalho, para loteamento de terrenos populares e construção de edifícios públicos – a maior desapropriação do ano.

1990 – 1999

1991

Século XXI

2000 – 2009

Nenhuma data registrada até o momento.

2010 – 2019

2012

  • O Decreto nº 9723 declara de utilidade pública, para fins de desapropriação, duas faixas de terras ocupadas pela Servidão Olga das Neves Montibeller e pelo alargamento da Rua Santo Agostinho, no Bairro Cordeiros. Ver Código dos Logradouros de Itajaí.

2017

  • A Lei nº 6760 dá a denominação oficial de ponte Mauri Francisco dos Santos à ponte entre as ruas Vereador Telêmaco de Oliveira e Lídia Puel Peixer, sobre o Ribeirão da Murta, no bairro Cordeiros. Ver Código dos Logradouros de Itajaí e Pontes Municipais.
  • A Lei nº 6761 denomina de Quadra Edison “Fuba” Heusi a quadra de tênis na Praça Manoel Bernardino Vicente, no loteamento Nilo Bittencourt. Ver Código dos Logradouros de Itajaí.
  • O Decreto nº 10953 suspende, a partir do meio-dia, a cobrança do estacionamento rotativo pago de Itajaí enquanto durar a greve dos motoristas do transporte coletivo. Saiba mais em Zona Azul de Itajaí.

2020 – 2029

2023

  • O Decreto nº 12919 põe no Convênio DNIT nº 421/2010 a despesa da desapropriação, de 2019, de 1.464,42 m² na avenida Reinaldo Schmithausen para a Via Expressa Portuária. Ver Via Expressa Portuária.

2024

2025

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